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14 de janeiro de 2016 - 13h27

Capital paulista:53% dos usuários não vão sentir aumento do transporte


Cesar Ogata/Secom
Fernando Haddad com secretários e a vice-prefeita Nádia Campeão Fernando Haddad com secretários e a vice-prefeita Nádia Campeão
Dados da prefeitura apontam que em 2015 houve uma diminuição de 9,5% no total de passageiros pagantes, que entre 2014 e 2015 se aproximou de 9,7 milhões. As razões apontadas para a diminuição dos pagantes são ações como a implementação do passe livre estudantil; a ampliação da gratuidade para idosos a partir de 60 anos e a adesão aos bilhetes temporais.

As novidades no transporte na cidade de São Paulo começaram a ser aplicadas no início de 2015. Na ocasião, a prefeitura estimou em aproximadamente 500 mil estudantes da rede pública de ensino, tanto do básico quanto do ensino superior, beneficiados pelo passe livre. Em 2014, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) ampliou o benefício aos idosos sancionando lei municipal que permitiu a gratuidade nos transportes a partir dos 60 anos.

Sem alteração

O estudo apontou também que os bilhetes temporais (mensal, semanal e 24 Horas) não serão reajustados agora, da mesma forma que não foram reajustados em 2015. Desse modo o trabalhador continuará pagando R$ 140 para o cartão mensal, válido por 31 dias para metrô ou ônibus. O cartão mensal que permite o uso tanto em trilhos como em ônibus continuará a ser vendido por R$ 230.

“Um usuário que fizer 47 viagens de ônibus em um mês, tendo pago R$ 140, terá uma tarifa de  R$ 3,00 por viagem. O mesmo valor que tem pago desde 2013.”, explicou o conteúdo do estudo. A vantagem para o trabalhador fez com que a utilização dos bilhetes temporais mais que dobrasse (116%) entre 2014 e 2015, passando de 114 mil usuários para 250 mil utilizando o bilhete temporal.




Do Portal Vermelho, com informações do portal Jornalistas Livres e Prefeitura Municipal de São Paulo

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