Brasil

14 de novembro de 2017 - 17h15

Temer chama Imbassahy e Anibal para discutir a relação


Ueslei Marcelino - Reuters
   
De acordo com a colunista do G1 Andréia Sadi, a proposta é encontrar uma solução para evitar o desembarque completo da legenda e, assim diminuir o impacto da perda de apoio do governo.

Ainda de acordo com a colunista, Araújo precipitou o movimento de desembarque ao entregar o pedido de demissão, nesta segunda-feira (13)do Ministério das Cidades, causando surpresa porque ele teria combinado que, se o PSDB saísse do governo, o desembarque seria em conjunto com Imbassahy e Aloysio Nunes (Relações Exteriores).

Enquanto alguns tentam demonstrar surpresas, a cúpula do PMDB planeja os afagos e encara a saída tucana como uma ajuda para tentar recompor a base aliada.

Em um aceno ao Centrão - que ajudou a engavetar a segunda denúncia contra Temer - Jucá afirma que a reforma ministerial no Palácio do Planalto vai atingir 17 das 28 pastas, ou seja, mas da metade dos ministérios. Segundo ele, a reforma foi antecipada com a decisão de Bruno Araújo.

"A saída do ministro da Cidades precipita a discussão da reforma ministerial, tendo em vista que há ministério vago. Temer está avaliando e discutindo como vai fazer. Será uma reforma ampla, 17 ministérios vagos no prazo que o presidente determinar. Ele quem vai definir o ritmo", disse Jucá.

Fontes próximas a Bruno Araújo afirmam que a sua permanência no governo ficou insustentável, diante das desavenças dentro do PSDB pela ruptura com Temer. Bruno reassume o mandato de de deputado na Câmara.


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