Brasil

26 de janeiro de 2018 - 7h59

Manuela D’Ávila cumpre agenda de pré-candidata em Minas Gerais

Foto: Rodrigo Positivo
   

Manuela D'Ávila chega pela manhã e tem encontro com sindicalistas no Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e região. No início da tarde, ela conversa com Fernando Pimentel e, na sequência dá entrevista à imprensa. No início da noite a pré-candidata participa de plenária com apoiadores na Câmara Municipal. 

De acordo com a integrante da executiva nacional e pré-candidata ao Senado, deputada Jô Moraes, o PCdoB já definiu pela continuidade do apoio ao governo Fernando Pimentel, no qual a legenda possui uma pasta – do secretário de Desenvolvimento Integrado e Fóruns Regionais e ouvidor do estado, Wadson Ribeiro. “Há uma construção e integramos o governo. Vamos disputar a chapa majoritária com minha candidatura ao Senado. Que me desculpem os homens que começam as conversinhas, mas é hora de Minas ter uma mulher em uma posição de disputa mais destacada, por isso a candidatura ao Senado”, afirmou Jô Moraes. 

Lula e a democracia

Nesta quarta-feira (24), após a condenação do petista pelo Tribunal Regional Federal (TRF4), Manuela D'Ávila se posicionou via nota do partido que diz que a medida foi um novo golpe na democracia. 

"No momento em que é cometida essa violência contra o Estado Democrático Direito, o PCdoB abraça Lula e a militância do PT, e reafirma a convicção de que deve prosseguir a luta para que as próximas instancias do Judiciário revertam este arbítrio, permitindo que o ex-presidente dispute livremente as eleições, garantindo que todos os brasileiros e brasileiras tenham assegurado seu direito de votar livremente", diz a nota publicada nas redes sociais da deputada.

Questionada sobre a hipótese de fortalecimento da candidatura do PCdoB, a deputada Jô Moraes evita fazer essa relação. “Diria em primeira hipótese que a prisão de Lula é mais remota do que está se pregando. Até o presidente Temer falou que é melhor enfrentá-lo na política para que ele não se torne vítima”, disse. 

Jô Moraes diz que o PCdoB tem o plano de lançar candidaturas em alguns estados, além de turbinar o nome de Manuela D'Ávila, como forma de trabalhar para garantir cadeiras no Congresso. Por causa da cláusula de barreira, o partido precisa garantir votos suficientes para conquistar vagas de deputados federais.



 Fonte: EM

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