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30 de janeiro de 2018 - 15h53

Sociólogo defende reindustrialização como saída para crise

Reprodução
   

No debate com os diretores, Zito defendeu a industrialização no país como primeiro passo para a retomada da economia e a geração de postos de trabalho. “Com o governo Temer, regredimos 100 anos. O que hoje vimos é um país sem rumo, cujo governo não tem um projeto nacional de desenvolvimento. A industrialização está comprometida e, com isso, o processo de desindustrialização tem se aprofundado cada vez mais, agravando o desemprego”.

Para o sociólogo, o golpe que tirou a presidenta Dilma da Presidência da República continua em pleno curso. “O golpe é contínuo, assustador. Ele continua, como vimos, com a reforma trabalhista, e agora com a tentativa de reforma da Previdência. O objetivo de Temer é atender ao consórcio midiático e financeiro, ou seja, não tem nenhuma responsabilidade com a industrialização brasileira”, alertou.

Diante desse cenário adverso, Zito ressaltou a importância dos sindicatos na conscientização e organização dos trabalhadores e trabalhadoras e para incentivá-los a lutar para mudar a realidade brasileira. Ele também defendeu a criação de uma frente ampla, formada por sindicatos, partidos políticos, Igreja, entidades como a OAB e organizações do setor produtivo, para buscar uma saída para o país. “É uma luta prolongada, complexa e profunda, mas possível de ser vencida”, ressaltou.

A reunião da diretoria também contou com as presenças do presidente da Fitmetal, Marcelino da Rocha, e do secretário-geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Minas Gerais (CTB Minas), Gélson Alves.




Sindicato dos Metalúrgicos de Betim

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