5º Plano Nacional

 de Estruturação Partidária – PEP

PCdoB

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Março / 2004


 

 

 

 

 

Índice:

 

 

Introdução                                                                                                               3

As circunstâncias políticas para o 5º PEP                                                          4

Diretivas políticas para o 5º PEP                                                                         6

Os eixos do 5º PEP                                                                                               7

Projetos nacionais prioritários                                                                             7

A centralidade da batalha eleitoral                                                                      8         

Planos de Contingência                                                                                        9

Avaliação e Controle                                                                                             9

Considerações Finais                                                                                           10

 

Anexo 1

As diretrizes Nacionais do 5º PEP                                                                      11

§      Organização                                                                                               11

§      Finanças                                                                                                      11

§      Comunicação                                                                                             11

§      Formação e Propaganda                                                                          11

§      Sindical                                                                                                        12

§      Juventude                                                                                                    12

§      Movimentos Sociais e Populares                                                            12

 

Anexo 2

Os objetivos, metas e projetos nacionais do  5º PEP 2004_2005                  13

§      Organização                                                                                               13

§      Finanças                                                                                                      14

§      Comunicação                                                                                             15

§      Formação e Propaganda                                                                          16

§      Sindical                                                                                                        17

§      Juventude                                                                                                    18

§      Movimentos Sociais e Populares                                                            19

 

 


Introdução:

 

A partir da realização da 9ª Conferência Nacional, em junho de 2003, e no curso do processo das Conferências Estaduais Ordinárias, o PCdoB encontrou um grande crescimento, seja quantitativo - quase 37.000 filiados - seja qualitativo, alcançando praticamente  300 vereadores, atraindo um conjunto de lideranças do esporte, da cultura, da intelectualidade, do proletariado e da juventude. O PCdoB já alcança  todos os municípios com mais de 100.000 habitantes no país.

 

Vivemos o momento de maior crescimento do Partido, em nossa larga história, e ao lado disso, persiste o constante e permanente esforço para a sua estruturação e fortalecimento.

 

Como afirma a resolução da 9a Conferência  essa “nova etapa na acumulação de forças do Partido,  aponta para a renovação de linhas de trabalho em sua estruturação” e estabelece a exigência de “um novo processo de acumulação de forças para a construção da hegemonia política e ideológica no movimento transformador”.

 

Fixa que “nas novas condições em que atuamos, portanto, devemos deslindar os elos que articulam, em outro patamar e em novas condições, os componentes políticos, ideológicos e organizativos na estruturação partidária”.

 

No curso das Conferências Estaduais, o Partido esteve chamado a aprovar o plano de atuação para o biênio 2004-2005,  que terá seu desenvolvimento nesse novo ciclo aberto com a eleição de Lula e que nos põe diante de grandes possibilidades e desafios. Dois marcos destacam-se e demarcam as ações do plano: as eleições de 2004 e a realização do 11o Congresso do PCdoB em 2005.

 

Para as eleições de 2004 o PCdoB pretende ampliar sua base eleitoral e firmar sua fisionomia própria tendo por base a necessidade de fortalecer a sustentação do governo Lula, visando seu êxito na condução das mudanças necessárias para o Brasil responder ao anseio de um novo ciclo de desenvolvimento nacional, em ruptura com as políticas neoliberais aplicadas anteriormente.

 

O PCdoB, à luz do balanço que faz das quatro edições anteriores do PEP, aponta a necessidade de avançar na constituição de novos métodos de trabalho e direção da atividade partidária. Neste sentido, avança na compreensão de que os Planos de Estruturação Partidária, com periodicidade bienal, devam adquirir caráter sistêmico, e que com o desenvolvimento da cultura política de planejamento no Partido, somam um importante trunfo nesta hora em que devemos levar a concepção de estruturação partidária a um nível mais elevado para assegurar o caráter de um Partido Comunista classista, transformador, revolucionário e ao mesmo tempo organicamente de massas.

 

Entretanto, nossas técnicas de planejamento ainda têm sido artesanais, empíricas ou intuitivas, dificultando avaliar os resultados dos esforços feitos. Neste 5º PEP, demos alguns passos para sanar essa deficiência. O principal deles é que estamos buscando um método que melhor corresponda às características do planejamento da atividade partidária. Para isso, partimos das metodologias baseadas no Planejamento Estratégico Situacional  e no Planejamento de Projeto Orientado para Objetivos que foram  aplicadas pela primeira vez no plano da direção nacional.

 

De modo geral os Planos de Estruturação Partidária concatenam e concentram os planos de gestão dos Comitês Central, Estaduais e Municipais, cujos objetivos e metas foram formulados a partir das diretrizes nacionais válidas para todo o Partido. Para isso, devem ser visto como parte de um sistema integrado, onde cada esfera fornece elementos que se alimentam e se condicionam mutuamente. Esse sistema integrado tem no Planejamento Estratégico das frentes de atuação partidária um importante vetor que, somado à análise da realidade concreta e das injunções próprias da atividade política, constituem meios para a direção da ação cotidiana do Partido.

 

 

Em linhas gerais as diferentes etapas de elaboração do PEP consistiram na definição de: diretrizes nacionais, eixos, objetivos, metas e projetos. Todas essas questões decorrem de diretivas políticas do Comitê Central do Partido.

 

O processo desenvolvido pelas frentes de atuação partidária, no âmbito das comissões do Comitê Central, avançou para a definição dos treze Projetos Nacionais Prioritários da 1ª Etapa do PEP (2004), que são apresentados logo após o tópico Os Eixos do 5º PEP. Esses projetos prioritários, de maior impacto nos resultados esperados e que implicam em maior envolvimento das frentes partidárias, buscam assegurar foco e concretude ao 5º PEP em torno dos objetivos e metas para o ano de 2004.

 

Como anexos, foram apresentados: 1) as diretrizes nacionais encaminhadas aos estados e publicadas no jornal A Classe Operária  e na página Partido Vivo e 2) os objetivos, metas e projetos nacionais das frentes de atuação partidária publicados na página Partido Vivo.

 

 

As circunstâncias políticas para o 5º PEP:

 

Sendo bienal, nosso plano, parte das condições concretas das batalhas postas na ordem do dia neste ano de 2004. Uma das lições mais presentes em nossa experiência é que se estrutura o Partido nas batalhas políticas, e não à margem delas. Isso é o que pode assegurar uma visão não estanque ou burocrática de nosso planejamento. Por isso, o ambiente político de nossa atividade em 2004 define os objetivos do plano.

 

O ano de 2004 será  de intensificação da luta pela mudança de modelo econômico no país, para levar ao desenvolvimento com distribuição de renda, e superar o modelo neoliberal. É o segundo ano do mandato do Presidente Lula, que concluirá até dezembro metade de seu mandato. A luta entre continuidade e mudança será acirrada, principalmente por ser ano eleitoral, e por se acumularem os efeitos da estagnação do desenvolvimento econômico, com profundos efeitos sociais sobre o povo. As mudanças necessárias exigem maior pressão política dentro e fora do governo, sempre considerando a correlação de forças real e a perspectiva de fortalecer o governo como principal instrumento para promovê-las.

 

No plano político e da luta de idéias, maior esforço crítico deverá ser despregado pelo Partido, aglutinando forças e idéias para impulsionar mudanças efetivas. Nossos documentos traçam uma visão clara da direção dessa crítica e armam o coletivo para demarcar a ação do PCdoB em cada situação. Particular atenção nos exigirá a reforma política, visando derrogar a cláusula de barreira e garantir uma trajetória eleitoral ascendente para o PCdoB.

 

No plano da luta de massas, uma intensa mobilização será necessária para pressionar no rumo das mudanças. Sob as consignas de Terra, Trabalho, Renda e Moradia articulam-se as principais demandas dos movimentos sociais. Sua articulação unitária e politização, sob a Coordenação dos Movimentos Sociais e dos Fóruns do Trabalho, precisa de forte protagonismo do Partido, em cada nível de atuação. Adquire relevância especial o debate da Reforma Sindical, que pode significar um importante avanço da organização e luta dos trabalhadores, assegurando a unicidade sindical e a criação dos comitês sindicais pela base nas empresas. Se vingarem, podem significar novo potencial para a ação do Partido entre os trabalhadores.

 

O fulcro da disputa política no país, entretanto,  se deslocará para as eleições de outubro. Elas demarcam o principal fato político do ano, e condicionam, centralmente, nosso plano de estruturação para 2004. As eleições serão municipais na forma, mas seus resultados terão claro significado político nacional com respeito às perspectivas do governo Lula, notadamente nas maiores capitais do país.

 

O PCdoB traçou seus objetivos e metas para essa luta. Visamos fortalecer as forças de sustentação do governo Lula, manifestamente seu núcleo de esquerda. Buscamos construir um acordo nacional amplo nesse núcleo, e fortalecer eleitoralmente o Partido. Temos por meta conquistar a prefeitura de até  duas capitais, assegurar a reeleição em Olinda, conquistar uma série de indicações para vice-prefeitos em importantes capitais – Recife, Aracajú, Porto Alegre, entre outras. Concorremos com dezenas de candidaturas próprias, onde houver condições de aglutinar forças em torno de nossos candidatos. E buscaremos triplicar o número de vereadores eleitos em 2000, para o que centralmente construímos coligações proporcionais, ao lado do lançamento de chapas próprias onde há efetivas garantias de alcançar coeficiente eleitoral. Plataformas políticas partidárias e dos candidatos serão formuladas, concentrando a política do Partido para o grande debate que se travará em toda a sociedade.

 

A estrutura partidária precisa dar conta desse esforço e ao mesmo tempo reforçar-se durante o curso das batalhas. Temos o propósito de chegar ao 11o Congresso com, no mínimo, 100 mil militantes no Partido, e durante 2004 precisamos construir as bases para isso. O Partido cresceu 71% em 2003 e seguirá crescendo. O impulso da vitória de Lula e nossa participação no governo, será seguido de novo impulso, o de termos alcançado a indicação de um Ministério, integrante do núcleo político central do governo. Seus efeitos já se fazem sentir na atuação partidária, que foi elevada a outro nível de compromisso e responsabilidade. Um terceiro impulso de crescimento advirá da almejada vitória eleitoral em outubro.

 

O 5o PEP em sua primeira etapa se desenvolverá nesta nova situação. Ele, integralmente, emana da linha do documento aprovado no Encontro, que por sua vez materializa a linha fundamental aprovada na 9a Conferência. Precisam ser vistos em conjunto: Um partido comunista de massas , estruturado pelas bases, sobretudo entre os trabalhadores, unido e coeso a partir de direções consolidadas em especial nos maiores municípios, com intenso protagonismo político na luta dos trabalhadores e do povo.

 

 

 

 

 

Diretivas políticas para o 5º PEP:

 

O Comitê Central, tendo em vista o debate político feito em sua 8ª reunião acerca da avaliação do transcurso de um ano do governo Lula e das perspectivas para 2004, adotou a seguinte resolução[1]:

 

1. Reafirmar as decisões da 9ª Conferência Nacional do Partido de lutar pelo êxito do governo Lula na consecução de um projeto democrático, nacional-desenvolvimentista, no qual o Estado tenha um protagonismo insubstituível para promover o contínuo desenvolvimento econômico, criando as condições básicas para a ampliação do mercado interno e para a geração de empregos e valorização do trabalho. Assim, o Partido reitera o apoio e a participação no governo, assumindo parcelas da responsabilidade sobre seu destino, atuando de forma construtiva e também crítica;

 

2. Vencida a etapa inicial da vida do governo e da formulação da tática geral comunista, o esforço de elaboração, político prático e de luta de idéias do Partido deve voltar-se para uma tarefa de maior fôlego, estratégica, de consolidação da perspectiva mudancista do governo Lula. Isto significa aprofundar a nova política externa independente e de afirmação da soberania nacional; dar conseqüência real à política de desenvolvimento, compatibilizando estas orientações com a adoção de outra política macroeconômica, de forma a destravar os investimentos necessários a uma retomada sustentável do crescimento econômico;

 

3. Para tanto é necessário aliar as condições de governabilidade à consolidação das forças mudancistas do governo, o que implica na busca do contínuo fortalecimento do núcleo de esquerda; aglutinando o centro e neutralizando outros setores, em ir aprofundando os compromissos com os trabalhadores, setores médios e representativos do capital produtivo. Faz-se necessário acentuar a crítica às orientações de setores conservadores dentro e fora do governo;

 

4. O Partido se baterá, em 2004, por uma nova agenda, voltada para a retomada do desenvolvimento-já, com soberania e mais democracia. Todo este esforço tem por objetivo propiciar ao povo acesso ao trabalho, renda, terra e teto. Isto poderá se traduzir nas seguintes consignas:

§                     Apoio às iniciativas de afirmação da soberania e dos interesses nacionais na política externa: nas negociações da Alca, em particular, contra o projeto apresentado pelos EUA; contra a renovação de um acordo com o FMI que contenha cláusulas restritivas à retomada do desenvolvimento; pela integração soberana da América do Sul;

§                     Aumento imediato e real do salário mínimo;

§                     Pela garantia do poder de compra dos assalariados em face da inflação;

§                     Reforma agrária efetiva;

§                     Defesa da universalidade das políticas públicas como saúde, educação, saneamento e outras;

§                     Reforma democrática do sistema judiciário;

§                     Reforma política que amplie as liberdades, fortaleça os partidos políticos e aumente a representatividade popular;

§                     Reforma do sistema financeiro de forma a ampliar e baratear o crédito à população e às empresas, aumentando o controle público sobre o sistema financeiro estatal, particularmente sobre o Banco Central do Brasil;

§                     Recomposição da capacidade de financiamento público do país e implementação de um plano de investimentos, dentro da estratégia do PPA (infraestrutura, habitação popular etc.), sob coordenação direta da presidência da República;

§                     Modificações no Orçamento visando a diminuição da meta de superávit primário e ampliação dos investimentos públicos;

§                     Medidas efetivas de diminuição da taxa de juros reais e de redução da dívida pública interna e externa, administração do câmbio de modo a possibilitar um bom desempenho da balança comercial, recomposição contínua das reservas internacionais, controle seletivo do fluxo de capitais com o exterior de forma a evitar as atividades especulativas;

§                     Reforma urbana baseada nas resoluções da Conferência das Cidades;

 

5. O movimento popular deve ser objeto da atenção permanente do Partido, pois, com sua autonomia respeitada e com nível de politização mais elevado, poderá ser elemento essencial no desenlace progressista nos rumos do país. Para isso devem ir se somando iniciativas para galvanizar amplamente a opinião nacional na defesa do desenvolvimento, da soberania, da democracia e dos interesses dos trabalhadores;

 

6. Quanto às eleições municipais de 2004, o Partido Comunista buscará alcançar expressivas vitórias, assim como das demais forças de sustentação do governo Lula, por entender que isso poderá impulsionar as mudanças. Lutará também para triplicar sua representação nas câmaras de vereadores, particularmente nos maiores centros urbanos do país, assim como pleiteará encabeçar ou compor chapas majoritárias onde seus candidatos tenham competitividade e possam ser fator de unidade das forças progressistas. Para isso, o PCdoB procurará concertar alianças com os partidos da base de sustentação do governo Lula, em especial com o Partido dos Trabalhadores;

 

7. Quanto à construção partidária, o Comitê Central e demais organismos dirigentes deverão buscar desenvolver efetivos esforços no sentido de elevar o nível de sua estruturação, particularmente quanto à formação teórica e ideológica dos milhares novos aderentes que têm afluído ao Partido, para que eles possam desenvolver suas consciências quanto aos princípios, ao programa e à política do PCdoB.

 

Os eixos do 5º PEP:

 

O 5º PEP mantém a concepção que nos guia desde o 1o PEP, em 1999, ainda somente com as frentes internas do Partido – Organização, Finanças, Formação e Comunicação, de conseguir através de um plano conjunto e articulado uma abordagem multilateral e concreta para a estruturação e fortalecimento do Partido. Houve um aprimoramento a partir do 4o PEP em 2001, que incorporou as Frentes de Massas – Sindical, Juventude e Movimentos Populares e Social e fixou a abrangência do plano para bienal, coincidindo com o mandato de gestão dos comitês intermediários.

 

A incorporação das frentes de massas reforçou a compreensão de que a estruturação partidária deve estar compassada com a implementação do projeto político do Partido, tendo a ação política e de massas como um elemento impulsionador desse projeto. É no curso da luta política que o PCdoB cresce, se estrutura e se fortalece.

Orientando-se por essa compreensão definiu-se os seguintes eixos políticos para o Plano Nacional:

 

1.        Partido Comunista de massas, grande e estruturado em Organizações de Base;

2.        Protagonismo na luta política e social, politizando e intensificando a ação de massas na luta em apoio ao governo Lula pelas mudanças, e na luta concreta dos trabalhadores e do povo;

3.        Protagonismo na luta de idéias e elevação do nível político e teórico do coletivo;

4.        Divulgar para milhões as idéias do PCdoB;

5.        Assentar em bases políticas a sustentação material e financeira do Partido;

6.        Perseguir o fortalecimento do Partido com foco nos trabalhadores, na juventude –avançando  na construção da UJS - e intelectualidade.

 

Projetos nacionais prioritários:

 

Os projetos nacionais prioritários para a 1a etapa (2004) do 5º PEP  são:

 

§                     Projeto Eleitoral PCdoB 2004

§                     1º Encontro Nacional sobre Questões de Partido, ativo de Organização e ativo de Finanças

§                     Cadeia nacional de Rádio e TV

§                     Conferências de 2004 realizadas pelas bases, colocando os Comitês Municipais como dirigentes do processo eleitoral e as bases como núcleos amplos de campanha

§                     Campanha sobre contribuição do militante

§                     Encontro  com o tema: Partido e Movimentos Sociais e Populares

§                     Campanha “Bem-vindo Camarada”

§                     Ofensiva Política no trabalho de finanças

§                     Coordenação dos Movimentos Sociais - CMS em nível nacional e nos estados e municípios

§                     Escola Nacional

§                     Secretarias executivas nos Comitês Estaduais

§                     Documento e Encontro sobre política de estruturação do Partido junto ao proletariado

§                     12º Congresso da UJS

 

Os projetos por frente de atuação estão descritos no Anexo 2, onde podem ser encontrados também os objetivos e metas do 5º PEP.

 

 

A centralidade da batalha eleitoral:

 

Como já amplamente abordado ao longo do Plano, as eleições de outubro demarcam o principal fato político do ano, e condicionam, essencialmente, nosso plano de estruturação, tendo  alto impacto sobre os resultados esperados ao final do 5º PEP.

 

O projeto eleitoral PCdoB 2004 têm como centro fortalecer as forças de sustentação do governo Lula, manifestamente seu núcleo de esquerda e ampliar a base eleitoral e firmar a fisionomia própria do PCdoB,

desdobram-se em objetivos, metas e projetos próprios e outros que incidem diretamente na campanha eleitoral e são descritos a seguir:

 

 

§                     Objetivos (Resultados esperados) –

 

A

Crescer na campanha eleitoral de 2004 e procurar garantir  que os Comitês Municipais dirijam de fato as campanhas

B

Ampliar as finanças a partir de campanhas de massa e junto aos amigos do Partido

C

Vincular o trabalho da comunicação com a campanha eleitoral quebrando a dicotomia existente entre divulgação Partido e campanha

D

Contribuir e acompanhar a comunicação das campanhas eleitorais nos estados

E

Contribuir com a  elaboração das plataformas dos candidatos comunistas nas eleições de 2004

 

§                     Metas –

 

1

Conquistar a prefeitura de até  duas capitais, assegurar a reeleição em Olinda, conquistar uma série de indicações para vice-prefeitos em importantes capitais – Recife, Aracajú, Porto Alegre, entre outras. Concorrer com dezenas de candidaturas próprias, onde houver condições de aglutinar forças em torno de nossos candidatos

2

Triplicar o número de vereadores eleitos em 2000, para o que centralmente construir coligações proporcionais, ao lado do lançamento de chapas próprias onde há efetivas garantias de alcançar coeficiente eleitoral

3

Elaborar a plataforma das candidaturas comunistas, concentrando a política do Partido para o grande debate que se travará em toda a sociedade

 

§                     Projetos (válidos para a 1ª etapa: 2004) –