Bolsa e dólar reagem a prisão que atinge em cheio família Bolsonaro

Após abrir em queda, às 13h40, a B3 havia recuperado parte do terreno e subia 0,66%. Já a moeda norte-americana continuava operando com alta de 1,72%, cotado a R$ 5,35 na venda.

A bolsa de valores da São Paulo, a B3, e o dólar reagiram à prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, em um imóvel do advogado da família do presidente da República. O Ibovespa, principal índice da bolsa, abriu em queda de 0,4% após fechar com alta de 2,16% na véspera, ficando abaixo dos 95 mil pontos. Já o dólar chegou à máxima de R$ 5,36, subindo 1,89%.

Às 13h40, a B3 havia recuperado parte do terreno e subia 0,66%, registrando 96.182 pontos. Já a moeda norte-americana continuava operando com alta de 1,72%, cotado a R$ 5,35 na venda.

Segundo Jefferson Laatus, do grupo Laatus, que falou à IstoÉ, o dólar reagiu a notícias ruins vindas dos Estados Unidos e também ao fator Queiroz.

Nos EUA, os pedidos de auxílio-desemprego no país caíram a 1,508 milhão, menos do que a previsão, que era de queda a 1,3 milhão. No Brasil, segundo Laatus, há temor de que a investigação leve à prisão do filho do presidente.

“O incômodo é tanto que Bolsonaro nem parou para falar com apoiadores no cercadinho do Palácio da Alvorada nesta manhã”, afirmou Laatus. Para ele, se não fosse o fator Queiroz, o dólar poderia passar por alguma realização, após acumular alta de 8% nas últimas oito sessões.

Com informações do Correio Braziliense e IstoÉ.

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