A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Luís Antonio Paulino

Professor da Universidade Estadual Paulista – Unesp.
É possível um mundo sem a Rússia?

Europa quer se livrar da dependência em relação à Rússia apenas para se tornar ainda mais dependente dos Estados Unidos

Balança comercial recorde oculta desequilíbrios graves

“A pauta de vendas ao exterior está cada vez mais concentrada em uns poucos produtos e com seu dinamismo voltado para os bens primários provenientes da agricultura e da indústria extrativa”, escreve Luís Antonio Paulino

A Amazônia, Mudanças Climáticas e a Segurança Internacional

“Na medida em que aumenta a preocupação com o meio-ambiente, aumenta a pressão para que a ONU e particularmente seu Conselho de Segurança avoquem para si a responsabilidade de proteger o meio ambiente”

“Iniciativa Cinturão e Rota” x “Reconstruir um Mundo Melhor”

A despeito das disputas geopolíticas e ideológicas, a iniciativa chinesa permanece sendo a principal forma de financiamento de obras de infraestrutura para a maioria dos países mais pobres, principalmente porque alternativas, como o Banco Mundial, tornaram-se quase inacessíveis, devido às inúmeras condicionalidades.

A China e o yuan digital

“As implicações de uma mudança como essa seriam enormes tanto ao nível econômico quanto ao nível geopolítico.”

Estados Unidos x China: nova Guerra Fria?

“A primeira reunião oficial entre representantes dos dois governos na era Biden deixou evidente o limitado espaço existente para a melhora das relações bilaterais entre China e Estados Unidos.”

Economia brasileira: Covid-19 só piorou o que já estava ruim

Está mais do que provado que visão neoliberal baseada no tripé privatização, desregulação e austeridade fiscal é equivocada

Covid-19 piorou o que já estava ruim na economia brasileira

O Brasil, que, em 2014, ocupava a posição de sétima maior economia do mundo, hoje figura como a 12ª, tendo sido suplantando pela Itália, Índia, Rússia, Canadá e Coréia do Sul.

O legado de Trump

O legado pernicioso de Donald Trump não se restringe aos Estados Unidos.

Os descaminhos da política externa brasileira

Se considerarmos o fato de que o destino e a geografia nos obrigaram a habitar no mesmo hemisfério da maior e mais agressiva potência econômica e militar do planeta, é compreensível que a nossa política externa tenha de levar em conta a presença desse vizinho incômodo. Recomenda o bom senso que qualquer um que se veja em situação semelhante deve tomar duas providências elementares: manter um relacionamento o mais amistoso possível e evitar intimidades.

Eleições nos Estados Unidos e a crescente tensão com a China

A bem da verdade, já antes de Trump, a China havia deixado de ser considerada uma parceira estratégica dos Estados Unidos e passado à condição de competidor estratégico e, agora, de inimigo a ser vencido.

O inútil cerco norte-americano à China

A ação do governo Trump, que está tomando medidas para deslistar as empresas chinesas das bolsas de valores dos EUA, em meio à crescente tensão entre os dois países, pode ser um tiro pela culatra, levando os investidores internacionais a fugirem do sistema financeiro norte-americano.

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