Até o FMI acha que Guedes exagera na dose

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A política econômica de Paulo Guedes é austericída. Os cortes de gastos impostos pelo governo a ferro e fogo não respeitam os direitos sociais e a conta fica para os mais pobres. Até o Fundo Monetário Internacional (FMI) enxerga a saída para a crise causada pela pandemia de maneira distinta da proposta pela elite do financismo no Brasil.

O FMI afirma que apenas ajustes fiscais e contenção exagerada dos gastos públicos não resolve. Para o órgão internacional, a solução também exige uma presença do Estado no aumento da despesa pública para gerar renda e emprego. Para equilibrar as contas devido ao maior investimento público, o FMI sugere taxar os mais ricos do país. Parece que o FMI finalmente descobriu o que o movimento democrático, as forças de oposição e as centrais sindicais reiteram há muito tempo.

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