A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Elias Jabbour

Doutor e Mestre em Geografia Humana (FFLCH-USP). Professor Adjunto da FCE/UERJ. Membro do Comitê Central do PCdoB.
Moeda digital chinesa

.

Sobre charlatões, “nova economia do projetamento” e o caos sistêmico

A verdade que vem da China demandará muito tempo para se impor diante do velho.

Socialismo, China e novas formas de sociabilidade

A China que se mostra ao mundo diante da pandemia não cabe nas caixinhas atlantistas de 90% dos marxistas ocidentais ou “intelecuais críticos”,

A China pode crescer mais?

ornou-se lugar comum atribuir a nova fase de “baixo” crescimento chinês como um “novo normal”. Mas a China cresceu, pelo menos, o dobro da média mundial e dos Estados Unidos, ao menos seis vezes mais que a Alemanha e sete vezes em comparação com o Brasil.

Irã: o alvo perfeito?

Começo de forma direta a responder a questão proposta: sim! O Irã é o alvo perfeito para o próximo capítulo da tentativa de retomada da hegemonia americana no mundo, iniciada ainda no governo de Barak Obama no ano de 2013. Pouco importa os imensos riscos de uma empreitada militar que pode ser muito mais onerosa do que imaginamos.

Precisamos nos proteger

O “Movimento 65” é uma resposta do PCdoB à radicalização da luta de classes no Brasil.

“Três Marx” e a China

 

Não dá pra escolher aliados

O Brasil caminha a passos largos a um impasse. Ou continua sua saga de nação soberana e pronta a ser um player de grande respeito pela paz mundial ou se reduzirá a uma colônia de exploração, indigna de existência e em profunda guerra interna.

 Um novo centro de gravidade: a centralidade da “Questão Nacional”?

A reforma da previdência, e sua vitória no plenário da Câmara, não foi resultado da capacidade de articulação política do governo. Foi uma vitória de um outro polo de poder que surge com força no parlamento: uma centro-direita comandada por um astuto político liberal (Rodrigo Maia) que ao tomar para si – e de forma corajosa – a “defesa da política” conseguiu aglutinar em torno de si o chamado “centrão”.

A centralidade da questão nacional

Tenho tendência ao otimismo, mesmo em épocas de contrafluxos e disrupturas como a que estamos a viver hoje. Não tenho dúvidas que o mundo está cada vez mais perigoso e o Brasil, em particular, poderá caminhar para um futuro que inclui um mix de africanização e mexicanização. 

De Tiananmen a Caracas – a ladainha da democracia como valor universal

"O futuro da democracia venezuelana depende de um poderoso Estado Bolivariano em pleno funcionamento e um país em condições de planificar sua economia, buscando o fim da monocultura do petróleo".

O golpe neoliberal definitivo? A “Batalha pela Nação Brasileira”

No Brasil, marcado por transições lentas, graduais e seguras, podemos assistir a um retrocesso civilizacional (lento, gradual e seguro).

1 2 3 11

Colunistas

Francisca Rocha
Clemente Ganz Lúcio
Carolina Maria Ruy
Urariano Mota
António Paixão
Paulo Kliass
Carolina Mello
Alexandre Ganan de Brites Figueiredo
José Medeiros
Roberto Amaral