A esquerda bem informada
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Economia

A destruição do Brasil

Desde a crise do coronavírus, a destruição promovida por Bolsonaro e seu governo ganhou uma urgência e literalidade que não se podia imaginar.

Devemos voltar à austeridade fiscal no pós-pandemia de coronavírus?

O crescimento da dívida pública é tido como inevitável por boa parte dos economistas, para quem, após a pandemia, deve-se retomar o teto de gastos, reduzir salários etc. Defendemos, porém, que o fim da crise atual não passa pela agenda de cortes e reformas.

O fracasso do programa bolsonarista para preservar salários e empregos

Devido ao repasse de apenas R$ 1,6 bilhão para as empresas em um mês e meio – de um total programado de R$ 40 bilhões –, o Congresso já discute com a equipe econômica mudanças no programa para tentar fazê-lo deslanchar

Empresas usam pretexto da pandemia para dar calote em trabalhadores

Total acumulado de 10 mil processos corresponde a pouco mais de 20% das 48.655 ações protocoladas na Justiça trabalhista entre 21 de abril e 20 de maio

Guedes quer reduzir auxílio de R$ 600 para R$ 200 e depois eliminá-lo

O governo Bolsonaro sequer conseguiu fazer o auxílio emergencial chegar a todos que precisam. Paulo Guedes argumenta que não há “espaço fiscal” para manter o benefício.

Os bancos públicos no enfrentamento aos impactos da Covid-19

Além de peça-chave para fazer chegar o auxílio emergencial à população e promover programas sociais, esses bancos são relevantes para manter o circuito do crédito e a circulação da renda num ambiente econômico mais incerto, no qual bancos privados se retraem, avessos ao risco.

Governo Bolsonaro abandona micro e pequenos empresários

O crédito para micro e pequenas empresas não tem chegado a quem precisa. O economista Guilherme Mello, da Unicamp, afirma que o Executivo dispõe de instrumentos para garantir a liberação desses recursos, mas não os utiliza.

Quem cuidou da saúde teve recuperação mais rápida, diz CEO da Renner

“Seguimos os critérios e orientações que todos os governantes deveriam usar – que são os das entidades de saúde”, disse o executivo.

Defender os empregos e a renda dos trabalhadores, por Orlando Silva

A MP 936 é tímida nas soluções, condicionada por uma concepção fiscalista do gasto público que não tem lugar no momento e, em muitos aspectos, regressiva para os empregados.

Monitor do PIB da FGV indica tombo de 5,3% da economia em março

Queda foi em comparação com mês anterior. A atividade econômica também recuou 1% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2019.

Economia solidária pós-pandemia deve pautar os governos progressistas

Economia solidária pode ser o verdadeiro salto de governos municipais progressistas para o enfrentamento da herança neoliberal da pós-pandemia.

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