No último ano do atual mandato do governador Geraldo Alckmin finalmente a oposição conseguiu aprovar sua primeira CPI, a dos pedágios. Parece mentira, mas, em quase quatro anos, a oposição ao governo paulista na Assembleia Legislativa jamais conseguiu aprovar uma CPI que a situação, ou melhor, que o Palácio dos Bandeirantes não quisesse ver instalada.
Por Eduardo Guimarães*
O nível do reservatório de água do Sistema Cantareira chegou a 9,8%, o pior índice da história devido a uma longa estiagem no estado de São Paulo. O fato tem deixado o governo Alckmin em polvorosa e o político tucano, blindado pela mídia, vai a toda hora na tevê garantir que não haverá racionamento de água no estado.
Marcos Aurélio Ruy, no portal CTB
O editorial da Folha desta terça-feira (6) é patético. O jornal garante que não haverá racionamento de água em São Paulo e faz um baita esforço para isentar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) de qualquer responsabilidade. Hoje ninguém mais tem dúvida de que o diário da famiglia Frias apoiou o golpe de 1964 e a ditadura – a própria Folha foi forçada a confessar o crime.
Por Altamiro Borges*
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aguarda somente um parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) para iniciar a aplicação de multas à população abastecida pelo sistema Cantareira que consumir água acima da média dos últimos 12 meses.
Funcionários dos 148 centros socioeducativos da Fundação Casa, antiga Febem, de todo o estado entraram em greve nesta quinta-feira (10). Os trabalhadores reivindicam piso salarial, reajuste real de 53,63%, reposição de perdas, isonomia do Plano de Cargos e Salários e, principalmente, aumento da segurança nos locais de trabalho.
Quase metade (46%) dos alunos da rede estadual de ensino do estado de São Paulo admite que já passou de ano sem ter aprendido a matéria, indica pesquisa divulgada nesta segunda-feira (24) pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
O governo do estado de São Paulo não cumpre promessa de entrega de habitação para ex-moradores da ocupação no Pinheirinho em São José dos Campos. Segundo o coordenador do Movimento Urbano Sem Terra (MUST), Vladir Martins, após a ação truculenta da polícia de desocupação no terreno em São José dos Campos, em 2012, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) prometeu que, dentro de um ano e sete meses, entregaria casas para todos os moradores remanescentes.
As tão desejadas chuvas para encher os reservatórios do Sistema Cantareira não atingem o nível desejado e o problema se agiganta pela falta de disposição do governo estadual em tomar as medidas cabíveis. Ao mesmo tempo em que a falta de água aflige a população, as chuvas causam os temores de inundações. Dois problemas de um governo só.
Por Marcos Aurélio Ruy, no Portal CTB
Um verão quente e seco como nunca soa como a explicação perfeita para uma queda alarmante nos níveis do reservatório Cantareira, o principal responsável por abastecer de água a Grande São Paulo. Mas não é a São Pedro nem ao desperdício que se deve culpar pela ameaça de desabastecimento.
Faz parte do cotidiano de todo usuário do Metrô de São Paulo a superlotação, com direito a muito tumulto e sufoco. Plataformas lotadas, filas e falhas atrasam diariamente a viagem de ida e volta do trabalhador.
No último dia quatro, assistimos a mais um triste capítulo da problemática história de nosso transporte público sobre trilhos. Uma pane na Linha Vermelha do Metrô paralisou as operações por horas. Resultado: estações e vagões lotados, usuários andando pelos túneis, gente passando mal, brigas e discussões entre passageiros e funcionários.
Por Alcides Amazonas*, no jornal MetrôNews
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo distribuiu nesta quarta-feira (5) nota oficial sobre as falhas que aconteceram na Linha 2 – Vermelha do Metrô de São Paulo na noite desta terça-feira (04). Eles atribuem o problema à superlotação dos trens e ao que chamam de “maldita frota K”, o lote de trens que foram reformados pelo consórcio liderado pela empresa Alston e investigado pelo Ministério Público por ser alvo do chamado “propinoduto dos trens de São Paulo”.