Organizações de direitos humanos, manifestantes individuais e as Avós de Praça de Maio marcaram uma entrevista para denuciar nesta segunda-feira (14) a fuga do repressor Juan Miguel Wolk, processado por crimes de lesa humanidade cometidos durante a última ditadura militar argentina.
O Senado argentino aprovou, por unanimidade, o projeto de lei que reconhece a "identidade de gênero" das pessoas de acordo com o que elas "sentem", e não determinada "pelo sexo de nascença".
Nesta quarta-feira (9), o Senado argentino aprovou, por unanimidade, a “morte digna”. De acordo com a nova lei, pacientes terminais têm o direito de rejeitar tratamento médico, que prolonguem suas vidas, ante uma doença irreversível, incurável ou que se encontre em estado terminal. Se os doentes não estiverem em condições de manifestar a sua vontade, as famílias deles podem decidir.
Empresários argentinos e brasileiros se reúnem nesta terça-feira (8) em São Paulo para tentar ampliar o intercâmbio comercial, que no ano passado alcançou a cifra recorde de 40 milhões de dólares e equilibrar a balança comercial.
Mark Weisbrot, do Centro de Pesquisas Econômicas e de Políticas Públicas de Washington (CEPR) escreveu um interessante artigo para o jornal britânico Guardian a respeito do que "especialistas" consultados pela mídia falam sobre a Argentina. Resumo: o espetacular crescimento econômico do vizinho seria resultado do boom das commodities, notadamente da exportação da soja.
Por Luiz Carlos Azenha*
O julgamento pelo roubo de 30 bebês ocorrido durante a última ditadura militar argentina prossegue nesta segunda (7) com o início da arguição da defesa, que se estenderá até o próximo dia 30.
Documentos secretos mostram que a cúpula da Igreja Católica argentina sabia desde 1978 que os desaparecidos da ditadura no país (1976-83) haviam sido assassinados. Diálogos revelados pela edição deste domingo (6) pelo jornal argentino Página12, de Buenos Aires, revelam que o então ditador Jorge Videla confessou a três cardeais que havia crimes em massa cometidos pelo regime – ainda que ele desse aos fatos outro nome.
De acordo com o Indec (Instituto Nacional de Estadística y Censos), o índice de pobreza na Argentina caiu de 9,9% para 6,5% no segundo semestre de 2011, com relação ao mesmo período de 2010, o que equivale a 2,6 milhões de argentinos em situação de pobreza.
A ponto de se converter em lei, a iniciativa do Executivo argentino para reestatizar a empresa de petróleo YPF marca o início do caminho – acertado, ainda que difícil- para a recuperação da soberania nacional.
Naquela tarde, no apartamento de Flora, tomando chimarrão, fui me inteirando. Patricia foi morta, metralhada junto com o companheiro, na cama, não lhes deram tempo nem de levantar (nunca soube se o companheiro era aquele responsável que tinha beijado ela fingindo que a beijava). Miriam esteve dois anos na ESMA. Normita foi procurada na casa de seus pais. Bateram neles e eles, que conheciam seu domicílio, não disseram nada. Quando chegou o irmão e viu como batiam no pai, deu o endereço.
A ponto de se converter em lei, a iniciativa do Executivo argentino para renacionalizar a empresa de petróleo YPF marca o início do caminho – acertado, ainda que difícil – para a recuperação da soberania nacional.
Por Moisés Pérez Mok*, na Prensa Latina
A emblemática associação argentina Mães da Praça de Maio comemorará nesta segunda-feira (30) 35 anos de vida, paixão e luta, iniciadas quando o país estava submetido a uma ditadura militar que deixou o nefasto saldo de 30 mil detidos-desaparecidos.