O impacto internacional inédito da pandemia de covid-19 mostrou a importância da soberania nacional sobre cadeias produtivas, especialmente em setores estratégicos de saúde. Para Rosa Maria Marques, outras pandemias virão e é preciso estar preparado.
Em discurso proferido nesta segunda-feira (18), na abertura da Assembleia Mundial da Saúde, promovida pela OMS, o presidente chinês, Xi Jinping, anunciou que a China se orienta “pela visão da comunidade de futuro compartilhado da humanidade” e coerente com esta postura “assim que a vacina chinesa esteja desenvolvida e pronta para uso, ela será disponibilizada como um bem público global”.
Afastamento do Brasil se deve ao desgaste da imagem do Brasil no exterior e as recorrentes brigas do presidente Jair Bolsonaro com a OMS
Para Glória Teixeira, com SUS, saúde na Bahia saiu da indigência para a cidadania. “Estaríamos muito pior se não tivéssemos o SUS.”
Lígia Bahia questionou a força do Sistema Único de Saúde (SUS), neste momento, em que muitos celebram sua importância. “Fala-se muito em SUS isso, SUS aquilo, mas ele não está dando conta”, diz ela, que considera que o Rio de Janeiro carrega um fardo maior na saúde pública.
Jornal afirma que presidente brasileiro “continua negando a seriedade da pandemia da covid-19 e conduzindo o país a um caminho extremamente perigoso”
Queda foi em comparação com mês anterior. A atividade econômica também recuou 1% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2019.
Economia solidária pode ser o verdadeiro salto de governos municipais progressistas para o enfrentamento da herança neoliberal da pós-pandemia.
Milhões de pessoas precisam de uma mudança de sistema. Mas nos falta construir uma estratégia local e internacional para enfrentar o capital transnacional. Nos falta muita elaboração teórica, coordenação e capacidade tática para resistir e avançar.
Na mente dos empreendedores brasileiros, o Estado está quebrado e nada pode ser feito a não ser enfrentar a pandemia ‘no peito’, daí apoiarem o fim da quarentena. Com isso, rumam ao conflito social generalizado.
Segundo algumas das principais entidades científicas do país, as verbas liberadas pelo governo ainda estão longe de serem suficientes.
O país escapou do desastre visto na Itália, mas teve muito mais mortos do que os vizinhos da Escandinávia. Se ainda é cedo para determinar os benefícios sanitários, já é possível pelo menos apontar um desfecho econômico ruim.