Os professores da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro decidiram em assembleia na tarde da sexta-feira (6), em frente à sede administrativa da prefeitura, na Cidade Nova, continuar a greve iniciada no dia 8 do mês passado.
Nesta sexta-feira (23), integrantes da diretoria do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) foram recebidos em audiência pelo prefeito Eduardo Paes e pela secretária municipal de Educação, Cláudia Costin. Na audiência, que ocorreu na sede administrativa da prefeitura, na Cidade Nova, no centro do Rio, também estavam o secretário da Casa Civil, Pedro Paulo Teixeira, e o vice-prefeito Adilson Pires.
A Federação dos Educadores do Paraguai anunciou greve de fome até o dia 29 para pressionar o governo a adotar uma série de medidas. Pelo menos, 50 professores protestam em frente ao Congresso Nacional, em um acampamentos montado na área externa do edifício. Os professores reivindicam a revisão do número de aulas, aumento salarial e a concessão de benefícios trabalhistas.
O Ministério da Educação (MEC) quer levar professores a escolas onde faltam docentes em ação semelhante ao Mais Médicos. O Mais Professores faz parte do Compromisso Nacional pelo Ensino Médio, apresentado nesta quarta-feira (21) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, na Câmara dos Deputados. A criação do programa já havia sido comentada antes pelo ministro, mas é a primeira vez que é apresentado em detalhes.
Cerca de 70 professores da rede estadual do Rio de Janeiro, não ligados ao Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ), fizeram nesta sexta-feira (16) uma assembleia em frente ao Palácio Guanabara para discutir os rumos da manifestação e da greve e decidiram que farão um novo ato na segunda-feira durante reunião do governo do estado com o sindicato.
A greve dos professores das redes de escolas públicas do estado e da capital completa hoje (16) oito dias no Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), nenhum aluno está sendo prejudicado, pois a adesão é pequena. Segundo os dados oficiais, apenas 225 profissionais não estão comparecendo às instituições de ensino. A rede estadual tem 75 mil professores.
Governo inaugura hoje projeto que permite que professores trabalhem – precariamente – até 65 horas por semana na rede pública estadual.
A Federação de Educadores do Paraguai (FEP) não cedeu à pressão do ministro de Educação, Horacio Galeano, e confirmou a passeata de protesto nos dias 14 e 15 de agosto durante os atos de transferência do comando presidencial.
Duas reuniões estão na agenda do organismo de base da educação no próximo sábado. A primeira é a reunião do núcleo de professores da CTB (Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), que será realizada no período da manhã. A tarde, a reunião é mais ampla e contará não apenas com a participação de educadores, mas de militantes da área, além de pais e outros atores da sociedade.
A União da Juventude Socialista do Estado do Ceará (UJS-CE) se solidariza e apoia a luta dos professores de Juazeiro do Norte. No documento, a entidade repudia a decisão de reduzir o salário da categoria em 40% alegando falta de verbas, atitude que considera um “retrocesso na política educacional”. Leia a seguir a íntegra da nota:
Os professores da Faculdade de Tecnologia e Ciência (FTC) – Unidade Salvador decidiram decretar greve a partir do próximo sábado (15/6), por falta de pagamento dos salários. A instituição deve aos docentes o salário de maio, além do pagamento de férias e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).