Os professores da rede pública estadual de São Paulo aprovaram nesta sexta-feira (10), em assembleia, o término da greve iniciada em 22 de abril. As informações são do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
Os professores da rede municipal de São Paulo decidiram, em assembleia ocorrida na quarta-feira (8), manter a greve iniciada na sexta (3). Uma nova assembleia já está marcada para terça-feira (14), às 14 horas, em frente ao gabinete do prefeito, no Centro da capital paulista.
Os professores da rede municipal realizam nova assembleia nesta quarta-feira (8) para definir os próximos rumos do movimento grevista, iniciada na sexta-feira (3). A Secretaria Municipal de Educação divulgou nesta terça-feira (7) um comunicado sobre o andamento das negociações com os cinco sindicatos da categoria.
Servidores públicos da educação estadual, que estão em greve há quase um mês e os funcionários da saúde, especialmente do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual, contrários ao projeto de privatização do hospital evidenciam o caos do governo tucano de Geraldo Alckmin provocado pela implantação do projeto neoliberal.
Uma pesquisa feita na Universidade de São Paulo (USP) mostra que metade dos alunos de licenciatura nas áreas de matemática e física não pretende ou tem dúvidas quanto a seguir a carreira de professor de educação básica. Dos que cursam licenciatura em física, 52% não pretendem ser professores ou tem dúvidas. Em matemática, o percentual é 48%. A pesquisa ouviu um total de 512 estudantes recém-ingressantes da USP, incluindo também alunos de pedagogia e medicina.
Faleceu na manhã do dia 3 de maio de 2013 o colega e amigo professor Edmundo Fernandes Dias. Cientista social formado pela Universidade Federal Fluminense nos anos de 1960 e professor aposentado do IFCH/UNICAMP, Edmundo teve uma trajetória de vida marcada principalmente pela indissociabilidade entre o trabalho intelectual rigoroso, realizado a partir da perspectiva crítica das ciências humanas, e a atuação política sempre comprometida com a transformação radical da realidade.
Em assembleia realizada nesta sexta-feira (3) no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, representantes dos professores da rede estadual de ensino decidiram pela manutenção da greve que reivindica melhores reajustes salariais. Eles seguiam no final da tarde, em passeata, até a Secretaria de Estado da Educação, na Praça da República.
Os professores da rede estadual de São Paulo realizam nesta sexta-feira (3) mais uma assembleia para decidir se o movimento grevista, iniciado em 22 de abril, continuará. Está marcado para segunda (6), o julgamento do “embargo declaratório” interposto pelo Governo Estadual contra a sentença obtida pelo sindicato da categoria no processo que move contra a Secretaria de Educação pela aplicação da jornada prevista na lei do piso.
Com a meta de atrair 100 mil estudantes de ensino médio para seguir a carreira de professor da educação básica nas áreas de ciências exatas, o Ministério da Educação (MEC) irá lançar um programa de estímulo por meio de bolsas de estudo.
Os professores da rede municipal de São Paulo decidiram entrar em greve a partir da próxima sexta-feira (3). A decisão foi tomada em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (29), em frente ao prédio da prefeitura, no centro da capital paulista. Em nota, a Prefeitura de São Paulo informou que "os sindicatos ligados à Educação terão a primeira reunião setorial nesta terça-feira (30), quando será conhecida a pauta de reivindicações da categoria".
Os professores do Maranhão, em greve desde a terça-feira (23), convidam a todos os trabalhadores em educação e o público em geral para uma aula pública, às 15h, realizada na Praça João Lisboa, Centro Histórico de São Luís.
Professores das escolas estaduais de São Paulo e do Maranhão continuam em greve. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Estado do Maranhão, 80 municípios aderiram à paralisação.