A China não se resume aos “idealismos transcendentais” dos marxistas acadêmicos (fetiche, dinheiro, mercadoria e alienação).
O processo de desenvolvimento, como todo processo histórico, é caracterizado por uma sequência de transições condicionadas historicamente.
O assento ocupado pela República Popular da China na ONU é carregado por um simbolismo que vai muito além da legitimidade do governo de Pequim.
A China cresce apoiada em ondas de inovações institucionais que, ao longo dos últimos 40 anos, foram moldando o papel do Estado e do setor privado no país.
“Não podemos requentar o que autores europeus e norte-americanos, inclusive marxistas, falam e escrevem sobre a China. Podemos mais. Podemos elaborar mais e melhor. Coragem e força a quem enfrenta, de verdade, este debate em alto nível”
O que os analistas ocidentais não aprendem é que o Estado chinês não vai tratar a Evergrande como os Estados Unidos trataram a Lehman Brothers. (*)
Existe um largo caminho a ser percorrido ao pleno progresso humano e social no Tibet. A libertação pacífica é uma construção histórica.
Em menos de uma semana o presidente da República Popular da China e secretário-geral do Partido Comunista da China (PCCh) […]
A ciência teve papel fundamental na eliminação da pobreza extrema no país
A mídia internacional tem denunciado em peso supostos “campos de concentração” em Xinjiang, na China. Sem provas dessas afirmações, bombardeiam os telespectadores com a mesma informação repetidamente
O que seria a democracia socialista chinesa? Tem eleições na China? Tratam-se de duas questões legítimas cujas respostas são desconhecidas do grande público.