“Não podemos aceitar que os brasileiros, desempregados, sem reajuste de salários, paguem uma conta de luz absurda”, diz Perpétua Almeida
As altas mais expressivas ocorreram em Brasília (6,36%), Aracaju (6,23%), João Pessoa (5,45%), Fortaleza (4,89%) e Goiânia (4,63%)
Cobrança passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos e será aplicada a partir de julho até novembro deste ano
“É isso que acontece quando se entrega um serviço essencial à lógica privada, que visa o lucro e não o atendimento de uma necessidade básica de todos”, denunciou o líder da minoria no Senado, Jen Paul (PT-RN)