Em 1979, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial da Alimentação em 16 de outubro. Tudo porque nessa data, em 1945, foi fundada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês), justamente com o objetivo de chamar a atenção para a necessidade de extirpar a fome do Planeta.
Por Marcos Aurélio Ruy
Signatário de uma emenda modificativa no artigo 19 da Medida Provisória 870/2019, o vice-líder do PCdoB sugeriu a criação de um movimento “organizado e permanente” para o fortalecimento do Conselho, tendo parlamentares favoráveis como porta-vozes
Ao discorrer sobre a mentira, Razumíkhin, patrício de Raskólnikov, o protagonista do romance Crime e Castigo, de Dostoiévski, reflete: “(…) mas nós não somos capazes nem de mentir com inteligência!”. Poderíamos, hoje, à luz das quimeras propagandísticas repetidas “ad nauseam”, adaptar aquela sentença: “eles não são capazes nem de mentir com inteligência”.
Por Patrus Ananias*
Na semana passada, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, se reuniu com a presidenta Dilma Rousseff na Embaixada do Brasil em Roma (cidade-sede da FAO), ocasião em que apresentou o relatório que estima o valor a ser investido para que a fome seja erradicada mundialmente até 2030.
O artigo de Nilson Vellazquez que segue abaixo, aborda os aspectos da fome no Brasil, e sobre o tema, o pernambucano Josué de Castro (1908-1973), tornou-se um dos maiores pensadores do país. Em suas obras, provou que a questão da fome não se tratava do quantitativo de alimentos ou de habitantes, mas da má distribuição das riquezas, concentradas cada vez mais nas mãos de menos pessoas. Josué também foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista, mas teve seu mandato cassado pela ditadura.
Nesta terça-feira (16), a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou o relatório “O estado da insegurança alimentar no mundo” e deu uma notícia alvissareira para os brasileiros. Nos últimos dez anos, o país reduziu em 50% o número de pessoas que passam fome no país. A mídia, porém, não deu manchete para esta relevante informação.
Por Altamiro Borges*, em seu blog
Contrariando os pessimistas de plantão e candidatos da oposição que papagueiam que o Brasil está pior, o relatório do Mapa da Fome 2013, apresentado nesta terça-feira (16), pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), afirma que entre 2001 e 2012, o Brasil reduziu a pobreza extrema em 75%.
A presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, disse que tem muito orgulho das políticas de promoção social e distribuição de renda realizadas pelo seu governo. Em 50 anos, esta é a primeira vez que a evolução da renda vem acompanhada da queda da desigualdade social.
O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), criado em 2003 dentro das iniciativas do Programa Fome Zero para fortalecer os circuitos locais de produção agrícola e a agricultura familiar, também beneficiou quase 5 mil agricultores e mais de 124 mil estudantes em cinco países da África.
O relatório sobre o "estado da fome no mundo", divulgado nesta terça-feira em Roma, pela FAO, organismo das Nações Unidas para agricultura e alimentação, traz dados espetaculares sobre o Brasil: em vinte anos, quase 10 milhões de brasileiros deixaram a linha da fome no país; bandeira inicial do governo Lula, apoiada por nomes internacionais, como Bono Vox, mostra resultados concretos; de acordo com a FAO, Brasil já cumpriu as Metas do Milênio 21.
Diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano da Silva foi um dos organizadores do encontro realizado em Adis Abeba, na Etiópia, em busca de novas estratégias para erradicar a fome na África.
Por Hélio Campos Mello e Luiz Villaméa, no blog Brasileiros
A Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, informou que quer levar o programa brasileiro de combate à desnutrição “Fome Zero” ao resto do mundo.