O novo líder do PDT, deputado Giovanni Queiroz (MG), afirmou que o partido definirá as prioridades para esta legislatura em uma reunião marcada para a próxima quarta-feira (9). Ele adiantou que a legenda defenderá temas "de interesse nacional" como as reformas tributária, política e eleitoral e a revisão no Código Florestal.
Depois de atuar na trégua firmada entre o PT e o PMDB, o chefe da Casa Civil, ministro Antonio Palocci, procurou lideranças do PP para pedir apoio ao salário mínimo de R$ 540 apresentado pelo governo. A conversa aconteceu na terça-feira e ontem o partido divulgou nota afirmando que "a bancada do PP votará, unida, o valor estipulado pelo governo".
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse na última terça-feira (23) que o PDT manterá o apoio ao governo da presidente eleita Dilma Rousseff, independentemente de sua manutenção na pasta. “Nós vamos apoiar a presidente Dilma em qualquer circunstância. Com ministério, sem ministério, com Trabalho, com outra pasta. Acreditamos no projeto e investimos toda a nossa credibilidade pública e confiança no projeto e estaremos com ela para o que der e vier”.
O PDT realiza, neste sábado (12), em São Paulo, sua convenção nacional, em que vai oficializar o apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República. A Convenção vai decidir também as alianças e coligações. Mas uma das mais importantes decisões – o nome do pedetista que será o vice na chapa de Aloizio Mercadante (PT) para o Governo de São Paulo – deve ficar para o final do mês.