Brasil

4 de janeiro de 2017 - 14h18

Com Temer, indústria brasileira cai para última posição no mundo


   
No Brasil, o índice PMI foi a 45,2 em dezembro – leitura abaixo da marca de 50 aponta contração. Curiosamente, o mundo voltou a crescer, enquanto o Brasil decidiu afundar com seu golpe contra a democracia e contra os trabalhadores.

O relatório do Deutsche Bank, distribuído para seus clientes, aponta, por exemplo, que houve crescimento nos Estados Unidos, na Europa, na China e no Japão. “Todos os setores manufatureiros de grandes economias estão crescendo e os PMIs dos Estados Unidos, Japão, Europa e China estão positivos nos últimos três meses”, diz o texto.

O relatório do banco, contudo, cita o Brasil como um “ponto fraco”. E atribui os problemas às questões domésticas. “Pontos fracos, como Brasil e Turquia, representam problemas domésticos em andamento, enquanto a queda da Índia para abaixo de 50 é explicada pelo choque de desmonetização”.

Houve queda na produção industrial brasileira em todos os subsetores pesquisados, mas o maior recuo foi entre os bens de capital. Esse cenário levou a mais cortes de empregos, chegando ao 22º mês de perdas, com destaque para os trabalhadores do setor de bens de capital.

“O cenário para 2017 parece adverso em meio a vários obstáculos significativos que a economia brasileira enfrenta, incluindo a deterioração do mercado de trabalho, o consumo fraco, cortes de orçamento, distúrbios políticos e demanda fraca nos mercados externos”, apontou em nota divulgada pela Reuters a economista do IHS Markit Pollyanna de Lima.





Do Portal Vermelho, com Brasil 247 e Reuters

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