Publicado 25/04/2015 15:13

A mídia fez grande repercussão sobre a reunião do presidente Jacob Zuma com a diáspora nos dias 22 e 24 de abril.
O mandatário sublinhou que seu governo trabalha para solucionar este problema e advertiu que, em ocasiões, se superdimensiona o problema, porque "se está dando a entender que na África do Sul se está propagando a xenofobia, não é verdadeiro, se trata só de uma minoria".
Disse que se procuram "as bases de que originou estes ataques para poder combater, ir à raiz do problema".
Zuma reiterou que a maioria do povo sul-africano não é xenófobo, mas "os delinquentes se estão aproveitando desta situação para tratar de semear o caos".
De igual forma, os meios deram destaque durante a semana às manifestações contra este tipo de ações.
Publicaram a marcha com mais de 30 mil pessoas em Johannesburgo na quinta-feira e ontem deram cobertura à realizada em Tshwane (Pretória), ambas com o comum denominador "Diga não à xenofobia", um lema que une os participantes ao longo e largo do território nacional.
Segundo foi revelado em Tshwane, o governo de KwaZulu-Natal e a municipalidade de eThekwini informaram que o programa para reintegrar aos estrangeiros deslocados a suas comunidades se desenvolve sem contratempos.
Desde a quarta-feira (22), os cidadãos afetados começaram a regressar em paz a suas áreas de residência, outros retomaram suas operações comerciais em Umlazi e os negócios propriedade de estrangeiros no centro da cidade de Durban também operam sem interrupções.
Reportes oficiais informaram que sete pessoas perderam a vida até o momento como consequência destes ataques, iniciados em Durban e outras localidades de KwaZulu Natal e estendidos a partes de Johannesburgo, na província de Gauteng.
Fonte: Prensa Latina