A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Lenio Luiz Streck

Jurista, professor de Direito Constitucional e pós-doutor em Direito. Sócio do escritório Streck e Trindade Advogados Associados
A ameaça de Bolsonaro às instituições

Dizer que as “instituições funcionam” pode apenas ser uma ficção da realidade ou, quem sabe, o nosso pânico diante do perigo da realidade da ficção.

O massacre de Moïse Kabogambe e as botas do aristocrata

Quando o mal de banaliza, perde-se a capacidade de indignação

Dar início a impeachment de ministros do STF é crime, por Lenio Streck

“Como diz Eráclio Zepeda, poeta mexicano, quando as águas da enchente cobrem a tudo e a todos, é porque já de há muito choveu na serra. Nós é que não nos damos conta”

Por que o Supremo acerta ao prender Roberto Jefferson

A discussão do papel do STF é uma questão que envolve o conceito de Estado Democrático de Direito.

Urnas eletrônicas, razão cínica e negacionismo. Ou conspiração?

Como teria sido a conspiração para que Bolsonaro continue a sustentar que as eleições passadas foram fraudadas?

Suspeição de Moro contra Lula: um “caso fácil” politizado

O que no Direito pode ser fácil, na política pode “complicar”. E aí se esquece que é o Direito que deve conter a política e não é a política que vale mais do que o Direito

Merval e Deltan: os homens que calculavam! Por Lenio Luiz Streck

“É incrível isso. Já não bastava dar à lei o sentido que queriam, assim como Humpty Dumpties, através do espelho — em “Alice no país…” —, agora investem contra fatos. E contra a matemática. Ousados”

Moro já era suspeito! Por isso, foi incompetente!

O STF dia 14 terá de dizer o que é mais grave, a suspeição ou a incompetência. O que vem antes? É mais grave um juiz ser suspeito ou ele decidir mesmo sendo incompetente?

Deus morreu e agora tudo pode? Reflexões sobre a prisão do deputado

“O deputado claramente ameaça com o uso da violência contra o STF. Sistematicamente. Intermitentemente. Até mesmo na hora de sua prisão ele incita a violência”

Está em curso um golpe antijurídico para salvar a parcialidade de Moro

“A questão é que não se trata de uma ‘tese alternativa’ no ‘meio jurídico’. Trata-se de uma ‘tese’ política. Simples assim. Há que ser direto. Cada coisa tem um nome.”

Santíssima trindade de Curitiba: juiz, acusador, delegado: um só corpo

Moro foi três em um: juiz, procurador e delegado!

Carrefour e o Brasil de antigamente! Casa-Grande?

“Precisamos falar sobre racismo, violência, terceirização, dignidade… Não pode haver aí um ponto surdo do discurso, para usar um conceito do psicanalista Mauro Mendes Dias”

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