A esquerda bem informada
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Vladimir Nepomuceno

Assessor e consultor de entidades sindicais e sócio da Insight Assessoria Parlamentar
Os novos “servidores” após a Reforma Administrativa, quem são?

Reforma Administrativa pretende alterar as relações de trabalho com o Estado e cria novas “classes”. Entenda as mudanças e consequências da PEC 32/2020.

Os atuais servidores e a Reforma Administrativa

É importante que os servidores públicos e suas entidades conheçam e acompanhem a tramitação da PEC 32/2020 que, uma vez aprovada, trará graves repercussão para o serviço público.

As consequências da “reforma administrativa” para a sociedade

Justamente por saber que o resultado da reforma é prejudicial à população, principalmente a parte mais necessitada, seus defensores ocultam questões importantes que todos deveriam saber.

A PEC 32/2020 e a Reforma Administrativa

A PEC 32/2020, enquanto peça de alteração legislativa, é, na verdade, parte do processo da redução da estrutura e da presença do Estado em todo tipo de políticas públicas e da soberania nacional.

O que significa o anúncio do envio da reforma administrativa

A área econômica garantiu ao presidente que a única forma de financiar o Renda Brasil, ou sua principal fonte, seria a redução de gastos com servidores públicos.

O Judiciário pode facilitar, ou dificultar, a reforma administrativa

STF julga na próxima semana Ação Direta de Inconstitucionalidade que garantiu a exigência de uma única forma de contratação de servidores públicos para a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios

Reforma do Estado-Administrativa dá mais um passo

Os neoliberais e seus agentes, tanto no Executivo quanto no parlamento, seguem com as reformas, independente dos trâmites normais do Congresso.

A nova ofensiva neoliberal

Reportagem do Jornal Nacional foi um dos movimentos estratégicos em uma ofensiva orquestrada para que a pauta das reformas neoliberais retome seu rumo original.

O Parasita e o Povo

Diferente dos governos da maioria dos países europeus, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem a intenção, após a pandemia, retomar a todo vapor as reformas neoliberais, que seguem caminhando, mas em ritmo mais lento do que ele desejaria

O pré, o pós-pandemia e o desmonte do Brasil

A proposta central do governo Bolsonaro é a total desestruturação do Estado brasileiro, a implantação do chamado Estado mínimo.

A população sem serviços públicos, sem educação, saúde, saneamento…

Se não for impedido, o ministro operador das reformas neoliberais deixará o povo sem saúde pública, cuja importância no combate à pandemia ficou nítida, sem educação pública e gratuita em todos os níveis, com a criação da cobrança de mensalidade nas instituições públicas de ensino, sem assistência social, além do fim das políticas de inclusão.

O reinício do desmonte do Estado com o fim da pandemia, ou antes

Ao que parece, quando o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, na reunião ministerial de 22 de abril, sugeriu aproveitar a pandemia para “passar uma boiada”, não falava só por si.

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