Centenas de milhares de colombianos foram às ruas nesta sexta-feira (22) em protesto contra a política econômica e social do presidente Iván Duque. Estudantes, professores, pensionistas, sindicalistas juntaram-se a marchas em todo o país em uma das maiores manifestações de massa ocorridas nos últimos anos naquele país.
A Argentina celebrou no dia 27 de outubro a derrota do governo neoliberal de Mauricio Macri. A situação econômica do país é grave. Em 2018, o PIB registrou queda de 2,48 % e a expectativa para 2019 é de mais uma queda de 3 %, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Por Marcelo Fernandes*
Evo Morales disse nesta quarta-feira (20) que, se a Assembleia Plurinacional da Bolívia rejeitar sua renúncia, ele permanecerá o presidente e concluirá seu mandato.
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, recebeu o ex-presidente francês François Hollande em Havana. O objetivo foi consolidar as relações entre os dois países, segundo a comitiva francesa.
O protesto, que exigia a saída da presidente golpista, foi dissolvido após várias horas de tensão.
Adolfo Pérez Esquivel, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, disse que o golpe de Estado na Bolívia é para isolar o futuro presidente da Argentina, Alberto Fernández. Para ele, considerando que com a auto proclamação presidencial de Jeanine Áñez, foi estabelecida uma ditadura cívico-militar no país vizinho.
Primeiro indígena a ser eleito presidente da Bolívia, Evo Morales está na Cidade do México, com intensa agenda de entrevistas. Manteve o hábito de levantar-se de madrugada desde que se tornou asilado político, após ser deposto por um golpe militar. Em entrevista à BBC News Mundo, ele afirma que a OEA (Organização dos Estados Americanos) “também é responsável pelo golpe de Estado” e diz que o novo governo na Bolívia, uma “ditadura”, terá resistência de movimentos sociais e indígenas. Confira.
Como resultado dos protestos, os alimentos começaram a ser escassos nos mercados populares, o que gerou especulação de preços.
Polícia não será responsabilizada por crimes contra o povo.
Ministra da Comunicação Roxana Lizárraga diz que “sediciosos” estão mapeados.
Wiphala, música e protesto: bolivianos e brasileiros colorem Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, contra o golpe e o racismo
Nesta entrevista, o ex-presidente do Equador, Rafael Correa, falou sobre o golpe contra Evo Morales na Bolívia e a resistência em massa ao seu sucessor Lenín Moreno, no Equador.
Entrevista de Rafael Correa a Nicolas Allen (*)