Procuradores do Ministério Público de Contas foram impedidos de investigar irregularidades nos salários dos secretários escalados pelo governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), por determinação da presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP), Cristina de Castro Moraes.
Das sete obras prometidas pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) para evitar o colapso no abastecimento de água, até agora apenas uma avançou: a interligação de uma parte limpa da represa Billings ao Alto Tietê. Considerada pelo governo estadual como uma das principais medidas para evitar o racionamento, a obra preocupa ambientalistas, pois foi iniciada sem que fosse feito o relatório de impactos ambientais.
Assistindo à queda nos lucros em função da crise hídrica em São Paulo, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado) está com dificuldades para obter empréstimos e executar as obras que prometeu para sanar o problema de abastecimento de água dentro do prazo.
O Exército brasileiro ocupou na manhã desta quarta-feira (27) as dependências da Sabesp, no bairro de Pinheiros, na zona Oeste de São Paulo. Cerca de 70 militares armados estudam o perímetro e o interior do recinto "para uma eventual necessidade de ocupação, em caso de crise", segundo o comunicado interno enviado pela companhia aos seus funcionários.
Fundador e ex-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral classificou de “tragédia” a fusão do PSB com o PPS e disse que o objetivo da junção das duas legendas é pavimentar o caminho do atual governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, às eleições presidenciais de 2018. O paulista trava uma disputa interna com o correligionário mineiro, o senador Aécio Neves, pela cabeça de chapa do partido.
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo denunciou nesta sexta-feira (22) o Metrô paulista ao Ministério Público do Trabalho (MPT), por prática antissindical. Segundo os trabalhadores, a companhia proibiu a utilização de coletes e adesivos alusivos à campanha salarial, negou-se a realizar novas reuniões de negociações – após três rodadas –, não aceitou a participação de toda a comissão de negociação, além de colocar seguranças no local de reunião para controlar o acesso dos metroviários.
Após cerca de duas horas de reunião, os reitores das três universidades estaduais de São Paulo apresentaram uma proposta de reajuste salarial de 4% em maio e mais 3,09% em outubro para professores e funcionários da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Em meio a greve dos professores, e sem nenhuma proposta apresentada aos trabalhadores, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), deixou a capital paulista e foi para Nova York, a convite de uma associação de empresários, onde participou de um encontro cujo propósito oficial seria atrair investimentos para o estado.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) fez uma alteração na legislação para poder retirar recursos da Unicamp e das outras universidades paulistas como USP e Unesp. A mudança do governador está no Projeto de Lei 587, que define a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016, enviado para a Alesp e publicado no Diário Oficial do Estado, ironicamente, no Dia Internacional do Trabalho, 1° de Maio.
A obra de transposição de 4 mil litros de água por segundo da represa Billings para o Sistema Alto Tietê, inaugurada nesta última segunda-feira (4) pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), tem melhor chance de elevar a represa Billings à condição de grande fornecedora de água para a região metropolitana de São Paulo do que de ajudar a enfrentar a atual falta de água.
A truculência policial virou sinônimo do modo tucano de governar. E há método nesse autoritarismo. Em vez de atuarem no arrefecimento dos ânimos, Geraldo Alckmin e Beto Richa incentivam a radicalização dos movimentos para reprimi-los com mais força, acuando os adversários políticos.
Por Guilherme Scalzilli,* no Blog do Nassif
A Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) autorizou a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) a reajustar em 15,24% as tarifas. O percentual contempla, além da reposição inflacionária, as perdas da empresa com a crise hídrica e o aumento dos custos da energia elétrica. Os novos valores entram em vigor em junho.