O Governo Alckmin vem promovendo um desmanche na educação paulista. Desde de dezembro do ano passado promove cortes que afetam milhares de crianças e jovens. Para economizar, ele não mira o ensino propriamente específico, mas em toda rede que gira ao entorno da educação, como o corte de profissionais, materiais escolares e de primeiras necessidades, merenda, e até leite para menores de 6 anos.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou na tarde desta terça-feira (21) que vai conceder à iniciativa privada a operação da linha 5-Lilás do Metrô, que ligará o Capão Redondo (zona sul) à Chácara Klabin (zona sudeste) quando estiver concluída. "O setor privado vai operar toda a linha 5-Lilás, inclusive o trecho que já está concluído e em funcionamento. Quem vencer, vai operar de Capão Redondo até Chácara Klabin", disse Alckmin em entrevista coletiva.
A secretaria de saneamento Básico do Município de Mauá (Sama) diz que tem usado caminhões-pipas para garantir o abastecimento em alguns bairros da cidade que fica na região do ABC paulista. De acordo com a autarquia, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) reduziu o volume de água para o município dos 1,2 mil litros por segundo (l/s) fornecidos em 2014 para 965 l/s neste ano. Em 2013, os 450 mil habitantes da cidade eram abastecidos com 1,5 mil l/s.
A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) divulgou nesta segunda-feira (20) nota em que critica o programa Vivaleite, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social de São Paulo, que distribui leite de vaca “in natura” para famílias em situação de vulnerabilidade social.
Poucas vezes a política mostrou-se tão adequada à definição do sábio Magalhães Pinto, que a comparava às nuvens do céu: agora estão de um jeito, daqui a pouco de outro. Há dois tempos em jogo: o atual e o das eleições de 2018. Para 2018 habilitam-se os que têm votos; para 2015, os que têm poder. É a partir dessa dicotomia que se torna mais fácil entender os últimos lances políticos.
Por Luis Nassif, em seu blog
Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) fazem, na tarde desta quinta-feira (16), uma caminhada em direção ao Palácio do Bandeirantes, sede do governo paulista, no bairro do Morumbi, zona sul da capital paulista.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) prepara um novo reajuste para este ano, o terceiro desde dezembro. Desta vez, a companhia quer repassar aos clientes os 7,5% da receita bruta obtida na cidade que é obrigada a depositar no Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura para execução de obras.
A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta terça-feira (14), os governadores dos quatro estados da região Sudeste (Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo). Na pauta, temas econômicos, como as medidas do ajuste fiscal e as políticas de investimento para o país.
Durante a maior greve dos professores da rede estadual de São Paulo, de abril a junho deste ano, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) usou dados para justificar porque não cedia ao reajuste do salário dos educadores. A edição desta segunda (06) da Folha de S. Paulo desmentiu o discurso do governador, que alardeava que os professores tinham recebido 45% de reajuste ao longo do seu mandato anterior.
Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (25), a presidenta Dilma Rousseff assinou com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) o financiamento do BNDES de R$ 830,5 milhões (R$747 milhões de financiamento do BNDES e R$ 83,5 milhões de contrapartida) para a obra da Sabesp de interligação das represas de Jaguari e Atibainha, em São Paulo.
Pronto para votação na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei 249/2013, que permite a concessão de todas as áreas florestais paulistas a conglomerados empresariais, é inconstitucional.
O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (8) que irá apresentar, até o final do mês, um plano de contingência para a falta d'água no estado. No entanto, de acordo com o governador, não há a perspectiva de colocá-lo em prática. Apesar das centenas de denúncias de moradores que alertam para o desabastecimento, o tucano continua a afirmar que não existe racionamento de água em São Paulo.