Mário Fernandes, que imprimiu cópias do plano “Punhal Verde e Amarelo” no Palácio do Planalto, nega tê-lo apresentado a Bolsonaro
Militares da reserva e civis usavam fachada de segurança para realizar espionagem e execuções sob encomenda. Grupo operava com disfarces, drones e armas de guerra