Os funcionários dos Correios da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios (Fentect) decidiram encaminhar ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) uma nova proposta de acordo. O documento foi fechado na quarta-feira (25), durante reunião do comando de greve em Brasília.
O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Eizo Ono determinou a manutenção das atividades de pelo menos 40% dos empregados dos Correios ligados à Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), em cada unidade da empresa durante o período de greve, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A decisão foi publicada hoje (23) no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho.
Continua a greve dos servidores dos Correios deflagrada dia 12 deste mês. A informação é do secretário geral do Sindicato das Empresas de Correios e Telégrafos do Tocantins (Sintect), José Aparecido Rufino. A greve teve início dia 12 deste mês.
Os trabalhadores representados pelos Sindicatos dos Correios Unificados – no Rio, Sâo Paulo, Tocantins, Rondônia e Bauru – e pela Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect),decidiram na noite de sexta-feira (13), aceitar a proposta da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) e retornar ao trabalho.
Os trabalhadores dos Correios cruzaram os braços desde às 22 horas de quarta-feira (11) para reivindicar reajuste salarial de 6,8%, 6% de aumento real e 10% reajuste no piso salarial. Cerca de 70% da categoria aderiu à greve. Em assembleia na noite de quarta (10), pelo menos três mil carteiros rejeitaram a proposta patronal de 5,27%. Nesta quinta (12), haverá protesto no vão livre do Masp, em São Paulo, às 14h, e nova rodada de negociação com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).
Trabalhadores dos Correios do Rio de Janeiro promoveram na quinta-feira (5), uma grande assembleia para avaliar a proposta da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) que foi recusada por grande maioria. Os trabalhadores também aprovaram a realização de uma greve por tempo indeterminado a partir de quarta-feira (11), caso as negociações não evoluam.
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) foi condenada a pagar mais de R$ 20 milhões em indenização por discriminar e demitir uma funcionária com deficiência visual aprovada em concurso público, em 2011.
Cerca de 300 funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) fizeram nesta sexta-feira (19) protesto em frente ao Centro de Distribuição (CDD) dos Correios de Jaguaré, no bairro Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista.
Trabalhadores das Empresas de Correios e Telégrafos (ECT) interromperam o funcionamento do serviço de entrega de correspondências na última terça-feira (16) para chamar a atenção da direção da empresa para a ausência de condições de trabalho, melhorias salariais, falta de sensibilidade gerencial e adequação da estrutura, entre outras reivindicações.
Na tarde de terça-feira (02) os diretores da Federação Interestadual de Empregados da Empresa de Correios e Telégrafos (Findect) se reuniram, em Brasília para protocolar a Pauta de Reivindicações da categoria que irá guiar a Campanha Salarial 2013-2014.
Depois de muita mobilização, os trabalhadores dos Correios deram por encerrado o estado de greve da categoria devido ao não pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), nos mesmos moldes do ano anterior. Em São Paulo (SP), a decisão foi tomada em assembleia na noite de terça-feira (14). A Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) efetuou o pagamento na noite de sexta-feira (10) a 116 mil carteiros de todo país.