A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) lança nota técnica e avalia os impactos da crise na indústria e o avanço do desemprego. O documento, que foi produzido pelo pesquisador e cientista social, Ronaldo Carmona, também indica caminhos para a retomada do crescimento, com o fortalecimento do parque produtivo nacional, com geração de emprego e distribuição da renda.
Ao invés de buscar uma saída a partir da valorização da classe trabalhadora, aprofunda-se a retórica da austeridade para exigir mais sacrifícios do povo sem nenhum compromisso garantido no acordo de pleno funcionamento dos serviços públicos.
Por Bruno Leonardo Barth Sobral*
Com salários atrasados e sem perspectivas, funcionários contam como fazem para sobreviver.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu as expectativas para o setor industrial e da economia como um todo em decorrência da crise política do governo Michel Temer.
Imprevisibilidade segue como o sobrenome da crise política e institucional em busca de saídas. Seu nome, neste momento, atende por crise aguda de governo. O governo Temer já vive fora das leis da gravidade. Diminuem seguidamente as probabilidades de que permaneça: ainda se esperam outras denúncias do Ministério Público, delações como a de Lúcio Funaro e Eduardo Cunha, quem sabe Loures.
Por Walter Sorrentino*, em seu blog
A tramitação das reformas trabalhista e previdenciária continua fazendo estrago no PMDB. Nesta terça-feira (4) o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Neto, divulgou sua desfiliação do partido após 30 anos. O sindicalista também deixa a presidência do PMDB-Sindical.
O Brasil parece naufragar nas águas revoltas de um oceano mal-humorado. Esse cenário ambientado sob uma tempestade violenta é mesmo muito dramático, mas a verdade é que tal fenômeno tem muito pouco ou quase nada de natural em sua manifestação.
Por Paulo Kliass *
O ex-ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral abriu o ato da Frente Brasil Popular, nesta segunda (29), em São Paulo, defendendo a necessidade de tomar as ruas em defesa da saída do presidente Michel Temer e pelo direito do povo ir às urnas. O evento, que contou com a presença de políticos, artistas, intelectuais e representantes dos movimentos sociais, além de defender Diretas Já, promoveu o lançamento de um plano de emergência popular para tirar o país da crise.
Única responsável pelo sustento de sua família, a professora Rosineide Freitas faz um verdadeiro malabarismo para fechar as contas todos os meses. Cheque especial, empréstimos com familiares e parcelamentos de dívidas são algumas táticas para tentar contornar a situação de crise econômica que atravessa o estado do Rio de Janeiro.
Única responsável pelo sustento de sua família, a professora Rosineide Freitas faz um verdadeiro malabarismo para fechar as contas todos os meses. Cheque especial, empréstimos com familiares e parcelamentos de dívidas são algumas táticas para tentar contornar a situação de crise econômica que atravessa o estado do Rio de Janeiro.
As organizações sociais ligadas à Frente Brasil Popular lançaram, nesta sexta-feira (19), a proposta de um plano emergencial para que o Brasil possa sair da crise política e econômica em que está mergulhado desde o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.
O coordenador do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, comentou em um vídeo no canal Mídia Ninja o pronunciamento do presidente Michel Temer feito na tarde desta quinta-feira (18). "Eu achei patético ver o Temer falando com aquela voz grossa, 'não renunciarei' ", condenou.