Se acontece mais de uma vez, não deve ser casualidade. E aconteceu. Ollanta Humala ganhou o segundo turno apesar do ataque virulento do El Comercio, o grupo midiático que domina o mercado do Peru. O fenômeno repete o que ocorreu nas últimas eleições presidenciais sul-americanas, vencidas pela brasileira Dilma Rousseff, em outubro último, com 54% dos votos.
Por Martín Granovsky, em Página 12
Em sua primeira semana como presidente eleito do Peru, Ollanta Humala pôs em prática a política exterior com ênfase na integração latino-americana, a qual anunciara assim que se confirmou no dia 5 de junho sua histórica vitória nas urnas.
Por Erica Soares
Acho que eu nunca tinha entendido realmente o conceito de "eleição polarizada" até cobrir o primeiro e segundo turnos do pleito presidencial no Peru, neste ano. O país ficou profundamente partido: de um lado, a elite de Lima e os saudosos das vitórias do fujimorismo sobre o Sendero Luminoso e a inflação; de outro, indígenas, povo do altiplano e da Amazônia, além de intelectuais temerosos da volta da censura e perseguição fujimorista.
Por Patrícia Campos Mello, em seu blog
Qual é a explicação para a queda da Bolsa? A resposta é bem simples: porque diante do novo quadro político aberto pela eleição de Humala os especuladores, que se reúnem em todos os mercados mundiais decidiram enviar uma mensagem mafiosa para o presidente eleito, fazendo uma pequena demonstração da sua força e poderio financeiro.
Por Atilio Borón
Confirmada a vitória eleitoral de Ollanta Humala, os grandes meios de comunicação internacionais e brasileiros estamparam seu sentimento com manchetes e matérias em duas direções: “mal menor” e “reação do mercado”.
Por Max Altman
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) congratula-se com o companheiro Ollanta Humala, da coligação Ganha Peru, eleito presidente da República do Peru no último domingo, em segundo turno, com mais de meio milhão de votos à frente de sua oponente direitista.
Por Renato Rabelo* e Ricardo Abreu Alemão**
O presidente recém eleito do Peru, Ollanta Humala, garantiu nesta quarta-feira (08) que o país continuará sua tendência de crescimento econômico durante sua gestão. Ele garantiu que seu objetivo é atrelar o crescimento econômico com maior inclusão social e uma melhor distribuição de renda, segundo a agência de notícias estatal Andina.
Qual é a explicação para a queda da Bolsa? A resposta é bem simples: porque diante do novo quadro político aberto pela eleição de Humala os especuladores, que se reúnem em todos os mercados mundiais decidiram enviar uma mensagem mafiosa para o presidente eleito, fazendo uma pequena demonstração da sua força e poderio financeiro.
Por Atilio A. Borón*, no Página/12,
Apenas quatro dias depois de ser eleito presidente do Peru, em uma das eleições mais disputadas da história do país, o nacionalista Ollanta Humala, de 48 anos, chega nesta quinta-feira (9) a Brasília, convidado na segunda-feira (6) pela presidenta Dilma Rousseff. Em ocasiões distintas, Humala elogiou o Brasil e disse ter como exemplo de liderança o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, realizará, a partir da noite dessa quarta-feira (8) uma viagem rápida pela América Latina. O trajeto deverá seguir a ordem: Brasil, Uruguai, Argentina e Chile.
O candidato da Frente Progressista Gana Peru, que no último domingo venceu a direitista Keiko Fujimori no segundo turno da eleição presidencial, concedeu uma entrevista exclusiva ao jornal argentino Página/12, abrindo um espaço em sua agitada agenda.
A presidente Dilma Rousseff conversou nesta segunda-feira (6), por telefone, com o presidente eleito do Peru, Ollanta Humala. Na conversa, Dilma convidou o político peruano para visitar o Brasil antes da posse, marcada para 28 de julho. Dilma parabenizou e desejou sorte ao presidente eleito, que venceu Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori.