Destravar o investimento em infraestrutura e reativar o setor de petróleo e gás. De acordo com o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, estas são as duas medidas necessárias para ajudar o Brasil a enfrentar a crise. Em entrevista ao Vermelho, ele teceu críticas aos procuradores da Operação Lava Jato, pelo fato de as investigações estarem paralisando setores importantes da economia brasileira. E alertou para o risco de a situação derivar para uma crise bancária.
Por Joana Rozowykwiat
É fácil dizer que o Brasil mudou muito em duas décadas. Qualquer brasileiro com idade suficiente é capaz de afirmar que a dívida externa e a inflação deixaram de ser os grandes fantasmas de antes, o desemprego reduziu, contingentes saíram da pobreza rumo à classe média e o acesso ao crédito e ao consumo foi ampliado. Um pouco mais difícil é mostrar essa trajetória em números, de fontes oficiais e privadas, reunidos em uma mesma publicação.
A economia deve ter retração de 1,7%, este ano, de acordo com projeção de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central. Na semana passada, a projeção para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, estava em 1,5%. Essa projeção é do Boletim Focus, publicação semanal, feita pelo Banco Central, com base em pesquisa a instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará apresentou avanço de 1,05% no primeiro trimestre de 2015 na comparação com o mesmo período de 2014. O desempenho do Estado ocorre em um cenário nacional de retração, no qual a economia do Brasil registrou queda de 1,6%. No acumulado dos quatro últimos trimestres, o Estado aponta outro número positivo: 3,10% de alta. Para o fechamento de 2015, a previsão é de crescimento de 2% do PIB.
A economia brasileira recuou 0,2% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com trimestre anterior (outubro, novembro e dezembro de 2014) . Nos três primeiros meses do ano, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, ficou em R$ 1,4 trilhão.
Depois de cair no primeiro semestre, a economia voltará a crescer na segunda metade do ano, disse nesta quarta-feira (15) o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. A recuperação, no entanto, será insuficiente para reverter a queda da atividade econômica no início de 2015, fazendo o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) encerrar o ano com queda de 0,9%.
A economia cearense em 2014, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no Estado, cresceu 4,36% em relação a 2013 e supera pelo sétimo ano consecutivo o desempenho nacional, que ficou em 0,1% no ano passado.
Nos últimos oito anos os investimentos em educação no Brasil, promovidos pelos governos Lula e Dilma, atingiram uma proporção da renda nacional elevada para padrões mundiais, subindo de 4,6% para 6,6% do PIB (Produto Interno Bruto). Isso mesmo, padrões acima dos mundiais.
Ao paralisar investimentos, estado de São Paulo acentua problemas conjunturais e reduz o ritmo de sua produção, que cai desde a última década.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, destacou nesta segunda-feira (30), a importância do ajuste na economia para “reverter a deterioração fiscal e das contas externas” e comentou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, divulgado na semana passada, que mostrou crescimento de 0,1% em 2014.
Analistas do mercado financeiro aumentaram a previsão de encerramento da Selic, a taxa básica de juros da economia, para este ano. Da projeção de 13% que vinha se sustentando há semanas, a estimativa passou para 13,25% ao ano no final de 2015.
As Contas Nacionais divulgadas nesta sexta-feira (27/03) mostram um resultado pífio do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014: crescimento de 0,1% em relação ao ano anterior. O resultado – ainda que melhor do que apontavam as projeções do mercado para desespero dos catastrofistas – não causou surpresas. A presidenta Dilma vem atribuindo o mau resultado econômico ao cenário externo.
Por Marcelo Pereira Fernandes*, especial para o Vermelho