Os profissionais da Educação da Rede Estadual do Ceará decretaram Greve Geral da categoria durante assembleia realizada na última semana. A paralisação por tempo indeterminado começa oficialmente nesta próxima segunda-feira (25), após o cumprimento do prazo legal de 72h depois da comunicação oficial da decisão da categoria ao Governo do Estado. O ofício foi entregue no Palácio da Abolição.
Após confirmação de indicativo de greve, aprovado no dia 17 de março, os professores do Estado voltam a se reunir na próxima quarta-feira (20/04). A assembleia geral a ser realizada a partir das 9h30, no Ginásio Poliesportivo da Parangaba, definirá se a categoria entrará em greve por tempo indeterminado.
Pesquisadores e professores universitários brasileiros lançaram na noite desta quarta-feira (6), na Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, um manifesto internacional contra o impeachment da presidenta da República Dilma Rousseff. A carta, traduzida para o inglês, espanhol e francês, conta com mais de três mil assinaturas de acadêmicos de universidades brasileiras e estrangeiras.
O governador Geraldo Alckmin cortou nesta segunda-feira (28) o bônus para os professores e servidores da rede estadual de ensino, que desde 2008 premiava os profissionais da educação que atingiam bom desempenho no Idesp (Indicador de qualidade do estado). A proposta do governador é retirar tal benefício para promover um reajuste de 2.5% à categoria. O sindicato dos professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) rejeitou a proposta do governo.
A direção do Sindicato APEOC divulgou, na última segunda-feira (21/03), uma agenda de mobilização para o cumprimento do Estado de Greve, decretado na Assembleia Geral dos Profissionais da Educação do Estado no dia 17 de março. O objetivo é manter a categoria mobilizada e unida para pressionar o Governo do Estado a atender a pauta de reivindicações, que inclui:
Mais da metade dos estados brasileiros não cumpre o salário estipulado na lei do piso dos professores, de acordo com levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). São 14 os estados que pagam aos professores menos do que os R$ 2.135,64 por mês.
O Brasil vive dias de ânimos acirrados e o debate político, no atual contexto, peca pela superficialidade, segundo a pesquisadora Esther Solano, professora de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em entrevista ao Portal EBC, Ester falou da possibilidade de fortalecimento ainda mais da imagem do Lula.
A presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, protestou contra o que considera tratamento diferenciado do governo paulista em relação a manifestações públicas.
Os profissionais da rede estadual de ensino do Ceará decretaram estado de greve a partir da última quinta-feira (17/03). A decisão foi tomada em Assembleia Geral do Sindicato APEOC realizada no Ginásio Paulo Sarasate, em Fortaleza.
Em várias regiões do país, as educadoras e os educadores do ensino básico, cruzam os braços desta terça-feira (15) até a quinta (17). Liderada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a greve visa fortalecer a luta pela educação pública.
As inscrições serão abertas a partir da próxima segunda-feira (07/03). Os salários vão de R$ 6.309,00 até R$ 11.793,95.
Após assembleia da categoria realizada na manhã da última segunda-feira (29/02), as aulas foram retomadas nas escolas municipais. A suspensão da greve será até o dia 8 de março, data em que deverá acontecer nova audiência de conciliação entre professores, representantes da Prefeitura de Fortaleza e do Tribunal de Justiça para discutir a pauta de reivindicações, dentre elas o reajuste salarial.