Diante da dificuldade de consenso, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirma que tudo caminha para a realização de uma disputa interna para a escolha do candidato do partido à Prefeitura de São Paulo. A prévia deverá ser realizada em 27 de novembro.
A ideia do PT de criar um marco regulatório para as comunicações, inclusive para a mídia, não foi bem recebida pelos senadores de oposição e os que se consideram independentes. Para eles, um marco regulatório pode levar a uma tentativa de controlar previamente conteúdos e censurar a imprensa.
O Congresso Nacional do PT terminou neste domingo (04), após aprovação um documento que defende a regulação dos meios de comunicação – vistos como oposição de fato -, uma aproximação maior com eleitor jovem e uma reforma política que inclua o voto em lista e o financiamento de campanha com recursos públicos.
O Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu não incluir no rol de seus futuros adversários nas eleições de 2012 o futuro PSD, partido que está sendo criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (ex-DEM). Ao encerrar seu 4º Congresso, que realiza desde sexta-feira, em Brasília, o PT optou por não votar a inclusão da futura legenda na lista de proibições de formação de chapas para o pleito municipal.
O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, defendeu neste sábado (3) ao chegar ao Congresso do PT, em Brasília, o projeto de regulação da mídia, e afirmou que os veículos de comunicação que trabalham com seriedade não têm motivos para temer o assunto.
Ao participar da abertura do 4º Congresso do PT nessa sexta-feira (2), em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff reagiu sobre que recebeu uma "herança maldita" do governo do Luiz Inácio Lula da Silva. Lula lançou a presidente à reeleição em 2014, o presidente do PT, Rui Falcão, defendeu novo marco regulatório para os meios de comunicação e várias lideranças se solidarizaram com José Dirceu por conta dos ataques recentes da revista Veja.
O PT realiza etapa extraordinária do 4º Congresso Nacional na próxima semana em Brasília. O evento, nos dias 2, 3 e 4 de setembro, reunirá os mesmos 1.350 delegados participantes da primeira etapa ocorrida em 2010 que escolheu Dilma Rousseff para disputar a Presidência da República. O presidente do Partido, Ruy Falcão, anunciou a presença do ex-presidente Lula e da atual presidente da República, Dilma Rousssef, no evento. A abertura do Congresso será às 19 horas de sexta-feira (2).
O momento político exige, antes de mais nada, unidade e pronta resposta do PT e dos partidos da base aliada em torno do governo. A oposição retomou seu leito natural e tenta mudar a agenda do país, numa estratégia em que adota uma tentativa de criar um clima de crise política a partir de denúncias de corrupção.
A revelação de que a Polícia Civil de São Paulo fez espionagem política até 1999, quase 15 anos depois do fim da ditadura militar, reforça a necessidade de abrir os documentos secretos do regime militar. A opinião é do secretário de Comunicação do PT e deputado federal, André Vargas (PT-PR).
O PT e o PMDB fecharam, nesta quinta-feira à noite, um acordo para a reeleição do prefeito do Rio de Janeiro, o peemedebista Eduardo Paes, que terá um petista como candidato a vice. Atualmente, o vice de Paes, Carlos Alberto Muniz, é também do PMDB.
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) não se intimida com o empenho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad, à Prefeitura de São Paulo em 2012. "Lula tem uma força enorme no partido, mas não é maior que o processo e a conjuntura. A candidata natural sou eu. O ungido é ele [Haddad]", diz.
A cúpula do PT vai aprovar resolução que abre brechas para alianças com partidos de oposição, nas eleições municipais de 2012, em locais onde essas siglas apoiarem o governo de Dilma Rousseff. A proposta sobre tática eleitoral — que será apresentada nesta quinta-feira (4) à Executiva do PT, em reunião no Rio — menciona explicitamente o PSDB, o DEM e o PPS.