Menos engessado que os debates realizados anteriormente, o último embate entre os presidenciáveis antes do primeiro turno, realizado pela TV Globo nesta quinta-feira (4), foi marcado pela busca dos candidatos em convencer os eleitores que irão às urnas no próximo domingo, dia 7.
Por Dayane Santos
A grande mídia passou um verniz nas velhas declarações de Antonio Palocci. Em um vídeo exibido pela insuspeita rede Globo, Palocci faz afirmações sem provas, mas com muito efeito midiático, como tem sido desde a sua prisão. A presidenta Dilma Rousseff, líder em todas as pesquisas para uma vaga no Senado por Minas Gerais, rebateu as ilações nesta terça-feira (11), por meio de nota.
Esquenta a briga entre criador e criatura: o apresentador e editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner, leu uma nota oficial ao fim do programa na noite desta quarta (29) classificando como "absolutamente falsa" a declaração de Bolsonaro que, em sua entrevista na véspera, afirmara que a Globo recebe bilhões de reais em recursos do governo federal.
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à Presidência da República, apresentou recurso junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que demonstra com provas a parcialidade da mídia, principalmente da Rede Globo, na cobertura da campanha eleitoral.
Por meio de sua página na redes sociais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou um recado: “Não adianta a Globo tentar esconder minha candidatura”. A mensagem foi para repudiar o boicote da emissora da família Marinho que escandalosamente decidiu boicotar a candidatura de Lula, líder em todas as pesquisas de intenção de voto.
Na “sabatina” do economista Guilherme Mello na GloboNews, comove o notável esforço dos jornalistas em escamotear a realidade.
Por Pedro paulo Zahluth Bastos*
Os jornalistas amestrados do Grupo Globo – um monopólio midiático que reúne TVs aberta e por assinatura, rádios, jornais, revistas e internet – sempre expressaram suas opiniões mais reacionárias, elitistas e golpistas pelas redes sociais.
Por Altamiro Borges*
A revisão das diretrizes de jornalismo divulgadas pelo Grupo Globo, divulgada neste domingo (1), já coleciona críticas de entidades de classe.
Em nota, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) repudia a censura prévia que o Grupo Globo impôs aos seus jornalistas. De acordo com as regras do grupo, os profissionais são impedidos de se manifestarem em quaisquer redes sociais. Para a Federação, Grupo Globo afronta os direitos e garantias fundamentais da Constituição que determinam a livre a manifestação do pensamento. Além disso, a entidade tomará medidas legais cabíveis contra a ação da Globo.
O último lance na agonizante candidatura Alckmin foi jogado na tarde desta quinta-feira: o porta-voz da família Marinho, patrocinadora maior do PSDB, saiu a público para pedir a renúncia de Alckmin.
Até pareceu que desde sua origem a Rede Globo não elegeu representar brasileiros negros como protagonistas apenas quando produz novelas e séries sobre escravizados ou presidiários.
Por Pedro Alexandre Sanches
Nesta terça-feira (15), o jornalista Pedro Bial resolveu falar da Guerrilha do Araguaia. O tema volta à agenda depois que documentos da CIA sobre o assunto vieram a público mostrando que os generais sabiam de tudo. Sabiam do massacre e dos assassinatos.
Por Renata Mielli*