Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados.
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Diretor da Fiesp, Paulo Francine, alerta para a possibilidade de que "2012 não seja um ano confortável para a indústria". A alta do consumo também não ajuda, já que as vendas são alavancadas pelos importados
Linha da Agência de Fomento Paulista é voltada para projetos de melhoria da infraestrutura turística das cidades envolvidas no evento
A cada dia que passa, o estado de São Paulo prova que o direito de propriedade vale mais que o da preservação da vida. A violação dos direitos humanos, recentemente observada contra os dependentes químicos e os estudantes da USP, foi transposta a um bairro pobre de 6 mil pessoas, em São José dos Campos (SP).
Por Eduardo Sales de Lima, do Brasil de Fato