Luciana Santos diz que ciência e tecnologia voltam a ser prioridades no país

“Apenas o valor deste ano se aproxima da soma de todos os recursos destinados ao fundo durante os quatro anos anteriores, que totalizaram R$ 15,14 bilhões”, afirma a ministra

(Foto: Rodrigo Cabral/Ascom-MCTI)

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, disse que ciência e tecnologia voltaram a ser prioridades no Brasil com os investimentos feitos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Os investimentos em ciência e tecnologia já alcançaram recordes históricos desde o início da nossa gestão”, comemora a ministra durante encontro de Ciência & Tecnologia para o Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas na última sexta-feira (28) na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A ministra destaca que, em 2023, o orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) chegou a quase R$ 10 bilhões; em 2024, alcançou R$ 12,7 bilhões; e, em 2025, será de R$ 14,6 bilhões.

“Apenas o valor deste ano se aproxima da soma de todos os recursos destinados ao fundo durante os quatro anos anteriores, que totalizaram R$ 15,14 bilhões. Isso demonstra o compromisso do governo Lula com a reconstrução da política científica brasileira”, afirma.

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Para a ministra, ciência e tecnologia são eixos centrais do desenvolvimento nacional. “Nenhum grande desafio, da mudança climática ao combate à fome, se resolve sem ciência. Popularizar o conhecimento, expandir investimentos e formar talentos é essencial para que o Brasil produza tecnologia e não dependa de soluções externas”, enfatiza a ministra no evento organizado pelo vereador Gustavo Petta em parceria com o deputado federal Orlando Silva, ambos do PCdoB.

Petta destacou a relevância histórica da região para a ciência nacional e o impacto dos investimentos recentes. “A Região Metropolitana de Campinas abriga um dos maiores ecossistemas de pesquisa e inovação do país. Com universidades, laboratórios e empresas de alta tecnologia, Campinas se consolidou como motor estratégico do desenvolvimento científico brasileiro”, considera.

Orlando Silva, por sua vez, destaca a importância da região no projeto nacional de inovação. “Campinas tem uma potência instalada extraordinária e reúne condições únicas para contribuir com a autonomia tecnológica do País, apoiando desde a digitalização da indústria até um forte complexo econômico-industrial da saúde”, disse.

O reitor da Unicamp, Paulo César Montanheiro, reforçou o compromisso da universidade com a região.

“A Região Metropolitana de Campinas se tornou um dos principais polos científicos, tecnológicos e industriais da América Latina, e isso é fruto de décadas de investimento contínuo em conhecimento, formação especializada e inovação. Desde 1966, a Unicamp nasceu com a missão de impulsionar o desenvolvimento econômico, científico, tecnológico e social do nosso estado e continua desempenhando um papel protagonista nessa trajetória, sempre integrada ao território e comprometida com o futuro da região”, declara.

Com informações da Ascom/MCTI

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