Em coletiva à imprensa, neste sábado (12), o chefe do Escritório do Trabalho alemão, Frank-Juergen Weise disse que o até agora robusto mercado de trabalho da Alemanha não está suficientemente preparado para uma profunda recessão, mas o desemprego não deve subir acima de três milhões de anos em média neste ano.
Parece uma confirmação das teses do prof. José Luís Fiori, segundo as quais a expansão capitalista sempre anda pari passu com a expansão militar (presença ou influência). Uma suave rotação (como quase tudo neste país, trata-se de algo “lento, seguro e gradual”) vem se processando na Alemanha, em termos de estratégia militar.
Por Flávio Aguiar*, na Carta Maior
A taxa de desemprego na Alemanha atingiu 6,7% em dezembro, em leve alta em relação ao mês anterior. No entanto, houve queda de três pontos percentuais no percentual de pessoas que não estavam trabalhando em 2012 em relação ao mesmo período de 2011.
Em um contexto de permanente discriminação aos estrangeiros, os "gastarbeiter" (trabalhadores convidados) e às pessoas de pele mais escura, a Alemanha se depara com a necessidade urgente de repensar a ambivalência com a que maneja a diversidade da população.
Por Francesca Dziadek, na agência IPS
Jornais alemães de grande circulação eram, antigamente, uma garantia de jornalismo de alta qualidade. Mas, com a pressão da internet, as tiragens estão caindo – e também os padrões editoriais, noticia Richard A. Fuchs na agência pública alemã Deutsche Welle.
Relatório divulgado na quarta-feira (19) sobre os crimes cometidos pela Alemanha durante a ocupação da Itália pouco antes do final da Segunda Guerra Mundial revela que foram cometidos cerca de 165 homicídios por dia. A conclusão é da comissão histórica que recebeu a tarefa de explorar toda a extensão dos crimes de guerra nazistas cometidos na Itália à época, como informa o semanário alemão Der Spiegel.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou, na última quinta-feira (6), para cerca de 600 representantes sindicais alemães e convidados internacionais no congresso do sindicato alemão de metalúrgicos, o IG Metall, em Berlim.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou nesta sexta-feira (7) para cerca de 400 representantes sindicais alemães e convidados internacionais no congresso do sindicato alemão de metalúrgicos, o IG Metall, em Berlim. Num discurso de improviso, Lula recordou sua trajetória política, de sindicalista a presidente da República e lembrou que o movimento sindical alemão sempre foi muito solidário com os trabalhadores brasileiros, desde a época das grandes greves do ABC nos anos 80.
Ao som da Internacional baixou o pano sobre o 18º Congresso do Partido Comunista da China. A reunião magna dos comunistas chineses concluída dia 14 foi seguida atentamente no mundo. O PCCh dirige a China desde o triunfo da revolução e a fundação da República Popular em 1949 e conta hoje nas suas fileiras com mais de 80 milhões de militantes. Em 2007 eram 73,5 milhões.
Por Aurélio Santos, no jornal Avante!
A Alemanha é o país dos paradoxos. É um país considerado “conservador” em muitos aspectos. Isso não se prende apenas ao espectro direita – esquerda. Interfere em tudo, até na esquerda.
Por Flávio Aguiar*
Enquanto cobra sacrfícios dos outros países, o governo alemão aprovou um aumento da despesa de quase 5 bilhões de euros, aumentando as pensões dos idosos ameaçados pela pobreza, atribuindo um subsídio mensal de 100 euros às donas de casa que são mães, abolindo taxas moderadoras e aumentando os gastos com transportes. As eleições serão no próximo ano.
No fim de semana a chanceler Angela Merkel pediu mais 5 anos de austeridade à Europa que, por sua vez, se prepara para mais dias de convulsão. Neste começo de semana o Parlamento grego vota mais uma fatia (13,5 bilhões de euros) do pacote de cortes imposto ao país como condição para continuar a receber a “ajuda” da UE – “ajuda” cuja maior parte apenas transita por Atenas em direção aos credores internacionais.
Por Flávio Aguiar, direto de Berlim.