Usa a tribuna da Câmara e a mídia para saudar o regime que massacra a população palestina inocente
Por Sayid Marcos Tenório e Ahmed Shehada *
Winnie Madikizela-Mandela, militante sul-africana que lutou contra o apartheid e conhecida e aclamada por muitos africanos como “a mãe da pátria” e “a mãe da nova África do Sul”, morreu aos 81 anos nesta segunda-feira (2).
O Congresso Nacional Africano (ANC), atual partido no poder na África do Sul e principal partido político do país, vive uma crise interna que pode afetar seu desempenho nas eleições de 2019. Agora, os seus membros precisam decidir o que acontecerá com Jacob Zuma, atual presidente sul-africano
Por Alessandra Monterastelli *
Neste domingo (18), o líder estudantil e ativista anti-apartheid da África do Sul, Steve Biko, faria 70 anos. Biko nasceu em King Willam, na África do Sul, e ficou conhecido mundialmente por sua atuação como ativista do movimento anti-apartheid no seu país, durante a década de 1960. Após ser preso em 6 de setembro de 1977, morreu, seis dias depois, por conseqüência de torturas, enquanto era levado por policiais a um hospital a 1200 km da cidade onde se encontrava, Port Elizabeth.
Do alto de seus oito metros de comprimento, o muro simboliza a segregação. Ao separar os palestinos da cidade sagrada de Belém do resto da Cisjordânia, tornou-se um dos emblemas da ocupação israelense dos territórios árabes.
Ao mesmo tempo em que comemora os 20 anos da eleição de Nelson Mandela como presidente e o fim do apartheid (24 de abril de 1994), a África do Sul se prepara para sua quinta eleição presidencial, dia 7 de maio. O contraste não poderia ser maior entre a gestão final do regime de apartheid – simbolizado pela figura do Mandela, mais engrandecida ainda com as cerimônias da sua morte – e o descontentamento e o desânimo com as novas eleições presidenciais.
Por Emir Sader*, em seu blog
A presidenta do Cebrapaz, Socorro Gomes, esteve em Foz do Iguaçu, no Paraná, para participar da atividade Palestina Vive, ciclo de cinema e debates em solidariedade ao povo palestino que acontece entre os dias 23 e 25. Em sua participação, relativa à mostra do filme Promessas de um mundo novo, Socorro fala sobre a necessidade da solidariedade internacional no combate ao imperialismo.
Por Mariana Serafini, do Vermelho
Em sua segunda edição, o círculo de debates Palestina Vive 2: Estética da Autodeterminação traz a questão da luta do povo palestino ao ambiente acadêmico. Fruto de uma parceria do Cebrapaz com a Cia de Teatro Amadeus e a Comunidade Árabe Palestina de Foz do Iguaçu (PR), a atividade vai promover mostra de filmes e documentários seguidos de debates com especialistas.
Por Mariana Serafini, do Vermelho
Há um ano, o Teatro da Liberdade estreava a peça “A Ilha”, no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia palestina. A equipe esteve no Brasil em dezembro, quando apresentou a peça em homenagem ao recém-falecido líder da luta contra a “opressão de uns pelos outros”, Nelson Mandela. Um dos atores, Faisal Abu Alhayjaa, disse que o texto é muito próximo da realidade dos prisioneiros políticos palestinos.
Por Moara Crivelente, da Redação do Vermelho
Um novo fenômeno social vem surgindo nas grandes cidades brasileiras, o fenômeno dos “rolezinhos”. Qualquer posicionamento que se possa tomar em relação a tal fenômeno se torna oco diante do contexto concreto da vida dos personagens envolvidos nestes episódios.
Por Aline Rodrigues, especial para o Vermelho
Seis shoppings do estado de São Paulo conseguiram o apoio da Justiça para bloquear suas portas automáticas para que policiais e seguranças privados identificassem a quem quisesse entrar. O alvo da discriminação: menores desacompanhados, de baixa renda. Esse é o perfil de quem está colocando em xeque vários centros comerciais do estado com os chamados "rolezinhos", encontros multitudinários de jovens que, mesmo sem intenção de delinquir, incomodam clientes e lojistas.
Por María Martín, no El País