Nesta quinta-feira (8), os argentinos evidenciaram a solidez da democracia no país. Mais de 200 mil manifestantes (número não oficial) saíram, pacificamente, às ruas para manifestarem-se, com o tradicional panelaço (bater de panelas), convocado pelas redes sociais e com participação majoritária de setores da classe média e alta contra políticas implementadas pelo governo da presidenta Cristina Kirchner, no ato que ficou conhecido como 8N.
Por Vanessa Silva, para o Portal Vermelho
Vejo, na Folha, um ataque a Cristina Kirchner, presidenta da Argentina. Ela estaria, mais uma vez, ameaçando a “mídia independente”.
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Muro
A Justiça suíça concordou em fornecer às autoridades argentinas todos os detalhes sobre uma conta do banco UBS pertencente ao ex-presidente Carlos Menem.
A presidenta argentina, Cristina Kirchner, promulgou nesta quinta-feira (1°) a lei que estabelece o voto facultativo aos 16 anos. A medida passará a valer já em 2013, quando ocorrem eleições legislativas no país. O projeto já havia sido aprovado na quarta-feira (31), na Câmara de Deputados, a medida obteve 131 votos a favor, apenas dois contra e uma abstenção.
A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nesta quinta-feira (01/11) o direito ao voto facultativo para os jovens de 16 anos a 18 anos incompletos. Não há punições para quem resolver se abster da votação. O mesmo vale para quem tem mais de 70 anos.
O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, visitou a Argentina, nesta quarta-feira (31), para anunciar a possibilidade de participação do país vizinho no programa de voluntariado da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. A visita também serviu para discutir a cooperação técnica esportiva entre os dois países.
No dia 7 de dezembro deste ano passa a valer o marco regulatório das comunicações na Argentina – Ley de Servicios de Comunicácion Audiovisual (LSCA). Ou seja, nesta data vence o prazo fixado pela Corte Suprema da Argentina para a medida cautelar com a qual o Grupo Clarín paralisou a implementação da lei, durante três anos, após sua aprovação no Congresso
Argentina, México e Brasil criaram nesta sexta-feira (26) a Associação Latino-americana de Autoridades Ambientais (ALAA), mediante um acordo firmado no estado argentino de Misiones.
O capitalismo assumiu a bandeira da democracia após a primeira guerra mundial e hoje, após passarem o século 20 inteiro atualizando esta ideia, tornaram-na irreconhecível. “Creio que a democracia é a culminação de um projeto socialista, da socialização da riqueza, da cultura e do poder”. Assim, o politólogo e cientista social argentino, Atilio Boron, aborda a questão da pós-democracia, em entrevista concedida ao diretor do Observatório Sociopolítico Latino-Americano, Fernando Arellano Ortiz.
“Não há erro: os meios de comunicação simplesmente são grandes conglomerados empresariais que têm interesses econômicos e políticos. Na América Latina, os monopólios midiáticos têm um poder fenomenal que vêm cumprindo na função de substituir os partidos políticos de direita que caíram em descrédito e que não têm capacidade de chamar a atenção nem a vontade dos setores conservadores da sociedade”. Assim o politólogo e cientista social argentino Atilio Boron caracteriza a canalha midiática.
Dezembro se aproxima e no sétimo dia do mês o grupo argentino Clarín terá de se adaptar aos dispositivos da lei dos meios de comunicação, também conhecida como Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual. Na data vence o prazo fixado pela Corte Suprema para a medida cautelar com a qual o grupo Clarín paralisou a implementação da lei, durante três anos, após sua aprovação no Congresso.
Por Mário Augusto Jakobskind*, no Direto da Redação
Nesta segunda-feira (22) As Avós de Praça de Maio completam 35 anos de luta e busca incessante por netos apropriados durante a última ditadura militar argentina. Até o momento, 107 crianças foram identidades. Leia a entrevista realizada com a presidenta da instituição, Estela de Carlotto.
Por: Ailín Bullentini, em Página12