A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia este ano voltou a cair. Desta vez, as estimativas de evolução do Produto Interno Bruto (PIB) caíram de 2,98% para 2,93%, de acordo com a pesquisa feita pelo Banco Central (BC). A pesquisa é feita todas as semanas e divulgadas às segundas-feiras. A queda ocorreu pela segunda vez seguida. Para 2014, a projeção para o crescimento do PIB segue em 3,5%, há 11 semanas.
A exemplo do ministro da Fazenda, Guido Mantega, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou que a inflação no País “está e continuará sob controle”. Com essa afirmação, Tombini rebateu o terrorismo de certos setores da mídia, de alguns “analistas” e de especuladores de mercado, que tentam espalhar o pânico como forma de forçar o aumento da taxa de juros para favorecer rentistas e o grande capital.
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse nesta quinta-feira (16), ao abrir o 15º Seminário Anual de Metas para a Inflação, no Rio, que “o Banco Central (BC)está vigilante e fará o que for necessário para colocar a inflação em declínio no segundo semestre e que essa tendência persista no próximo ano”.
O Banco Central (BC) quer que o dinheiro público seja o último recurso usado para manter a estabilidade do sistema financeiro em casos de quebra de bancos importantes para o setor. Para isso, o BC está elaborando um anteprojeto de lei, em discussão no Seminário Internacional sobre Regimes de Resolução no Sistema Financeiro Brasileiro nesta segunda-feira (6) e terça (7).
Diz-nos o Sr. Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, que “A saída [da ‘crise’] é frear a economia. É demitir mesmo”. Dizem os ‘economistas’ midiáticos, catados a dedo pelos jornalões para confirmarem seus editoriais, que, ‘com esse nível de emprego’ (e aí repousa o cerne da história), a inflação vem a galope, e se é assim, a única coisa a fazer é subir os juros e promover o desemprego para que o consumo caia.
Por Roberto Amaral*, em seu sitio
O momento mais crítico da inadimplência ficou para trás e há espaço para redução, segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel. No caso do crédito com recursos livres, a inadimplência (como são considerados atrasos superiores a 90 dias) para as famílias caiu 0,1 ponto percentual na passagem de fevereiro para março e chegou a 7,6%.
A taxa de juros cobrada das famílias pelo sistema financeiro caiu 0,5 ponto percentual de fevereiro para março deste ano e chegou a 24,4% ao ano, de acordo com dados divulgados neste sábado (26) pelo Banco Central (BC).
O deputado Chico Lopes (CE) criticou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, de elevar a taxa básica de juros da economia em 0,25%. Para o deputado, a decisão é um “passo para trás” na luta do governo federal e da sociedade por juros mais baixos e melhores condições para geração de emprego, renda e desenvolvimento. No entanto, ele considera que, caso se restrinja a esse percentual, sem novos aumentos num futuro breve, terá pouco impacto sobre a economia.
Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 7,5% ao ano. Em análise, durante o programa Ponto de Vista, José Reinaldo Carvalho expõe a nuances do fato e aponta o aumento como um freio para o avanço do país.
Pela primeira vez em quase dois anos, o Banco Central reajustou os juros básicos da economia. Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 7,5% ao ano. A terceira reunião deste ano do Comitê teve início na terça-feira (16). O resultado foi divulgado na noite desta quarta-feira (17).
A frente da sede regional do Banco Central (BC), na Av. Anita Garibaldi, em Salvador, foi ocupada por representantes de três centrais sindicais, na manhã desta quarta-feira (17/4), em protesto contra a possível retomada da alta dos juros no país. A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Seção Bahia (CTB-BA), a Força Sindical e Nova Central participaram do protesto conjunto, que ocorre durante todo o dia, em várias cidades brasileiras.
Desde ontem, terça-feira (16), o Comitê de Política Monetária (Copom) está reunido para discutir o índice da taxa Selic, que hoje está em 7,25%. A expectativa com os resultados dessa reunião está mobilizando os diversos setores da sociedade, a Rádio Vermelho apresenta a opinião do presidente do PCdoB, Renato Rabelo, e do professor de Economia da Universidade Municipal de São Caetano do Sul Volney Gouveia sobre a campanha dos juros.
Joanne Mota, da Rádio Vermelho com informações da TVT