A administração norte-americana pretende manter as suas tropas na Síria depois da derrota do Estado Islâmico – objetivo que tem sido usado para justificar a sua presença no país. A meta agora é impedir a vitória do presidente sirio Bashar al- Assad e dos seus aliados iranianos, noticiou o Washington Post nesta semana
Putin recebeu os presidentes do Irã e da Turquia nessa quarta-fiera (22), para negociar uma solução política ao conflito sirio. O presidente russo também recebeu o líder sirio Bashar al- Assad na segunda-feira (20), com o inuito de promover um acordo de paz na Síria. Por trás da possibilidade de negociações está o avanço na empreitada para derrotar o Estado Islâmico
O presidente sírio, Bashar Al-Assad, disse neste domingo (20) em um discurso em Damasco que "o projeto do Ocidente" no país fracassou. Mesmo assim, disse, isso "não significa" que suas tropas venceram, afirmando que "a batalha continuará".
O Ministro britânico das Relações Exteriores, Boris Johnson, indicou que o seu país não se deveria opôr mais a que o presidente Bachar al-Assad se possa apresentar às próximas eleições sírias.
Em entrevista à jornalista Maria Finóshchna, da emissora Russia Today, o presidente sírio Bachar al-Assad explica os acontecimentos em Alepo, onde o Exército Árabe Sírio, com a ajuda da Rússia, acaba de infligir uma contundente derrota aos terroristas apoiados por potências imperialistas ocidentais e países da região.
Foi entregue ao presidente Bashar al-Assad uma carta do papa Francisco pelo Núncio Apostólico para a Síria, cardeal Mario Zenari, que foi recebido pelo presidente na segunda-feira (12).
Em discurso perante o Parlamento sírio no dia 7 de junho, o presidente da Síria agradeceu aos cidadãos do país pela ampla participação nas eleições regionais, em um país destroçado pelo terrorismo, e ressaltou a unidade do povo sírio no combate aos terroristas e pela integridade do país.
O presidente sírio, Bashar al-Assad, convidou parlamentares da Rússia para monitorar as eleições presidenciais no país árabe no ano que vem, de acordo com o Conselho da Federação (câmara alta do Parlamento russo).
De "tergiversação e tentativa de fazer passar o que eles querem como verdade", qualificou nesta sexta-feira o chanceler Serguei Lavrov a informação de que a Rússia e os Estados Unidos supostamente fizeram um acordo sobre o destino do presidente constitucional da Síria, Bashar Al Assad.
O grupo terrorista Estado Islâmico (Daesh) pode ser destruído em menos de um ano se os EUA e os seus aliados pararem de apoiar seus membros, disse nesta sexta-feira (18) o presidente sírio Bashar al-Assad.
A demissão do presidente sírio, Bashar al-Assad, pode ser um fator favorável ao grupo terrorista Daesh (também conhecido como "Estado Islâmico"), segundo afirma o ministro das Relações Exteriores da Federação Russa, Serguei Lavrov.
Em 19 de novembro o presidente da Síria, Bashar al-Assad, concedeu uma entrevista à revista francesa Valor Actuel e falou sobre a democracia e como o Ocidente se comporta em relação às conhecidas ditaduras da Arábia e do Catar, ao mesmo tempo que procura derrubar o governo sírio.