Incursão terrestre ocorre após bombardeios e violações do cessar-fogo de 2024, provoca deslocamento de mais de 30 mil civis e reabre frente ativa no sul libanês
Plano prevê criação de Conselho de Paz e governo palestino de transição sob supervisão internacional, enquanto bombardeios israelenses matam ao menos 16 pessoas em 24 horas
Declarações do Exército revelam intento de manter domínio sobre áreas que deveriam ser devolvidas na fase inicial do cessar-fogo, gerando reação do Egito
Governo de Gaza afirma que ataques israelenses seguem matando civis e restringindo ajuda humanitária, enquanto Hamas e mediadores acusam Israel de minar a trégua.
Hamas denuncia que Israel continua atacando civis e bloqueando ajuda humanitária; mais de 220 crianças estão entre os feridos
Netanyahu acusa Hamas de violar trégua e ordena “ataques poderosos” com aval dos EUA; grupo nega envolvimento e países árabes denunciam violação do acordo
Palestinos descartam quebra do acordo e acusam o governo Netanyahu de “fabricar pretextos frágeis para justificar seus crimes”; corpos de palestinos entregues por Israel apresentam sinais de tortura e execução
Bombardeios ocorreram menos de uma semana após a trégua; Netanyahu diz que “a luta ainda não acabou” e ONU alerta para risco de colapso do acordo
Israel reduziu pela metade a ajuda humanitária e manteve Rafah fechada, acusando o Hamas de descumprir o acordo. ONU alerta para risco de colapso do cessar-fogo
Dirigente palestino alerta que plano mediado por Donald Trump diz encerrar o conflito sem garantir a autodeterminação palestina
Cruz Vermelha supervisiona libertação de reféns e 1.966 palestinos; especialistas classificam como ilegal o exílio imposto a 154 dos prisioneiros libertos
Itamaraty elogia acordo, destaca a dimensão humanitária do cessar-fogo e reitera que a paz depende da criação de um Estado Palestino viável e soberano