O líder da Revolução cubana, Fidel Castro, reuniu-se por três horas com a líder estudantil chilena Camila Vallejo, vice-presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECH), com a secretária-geral da entidade JJCC (Juventudes Comunistas do Chile), Karol Cariola, juntamente com a delegação das Juventudes Comunistas do Chile (JJCC).
A Câmara dos Deputados do Chile discute nesta quarta (4) a proposta de lei antidiscriminação sexual, que fixa penas de prisão. A iniciativa foi motivada pela morte de um jovem homossexual por um grupo de neonazistas na capital chilena, Santiago, na semana passada. As autoridades do país foram cobradas a reagir. O presidente do Chile, Sebastián Piñera, apelou aos parlamentares para apressarem os debates.
A vice-presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECH), Camila Vallejo, defendeu nesta terça (3), em Havana, as lutas em seu país por implementar uma educação superior inclusiva e a serviço do desenvolvimento social.
O pedido da Organização das Nações Unidas (ONU) foi feito após a morte de Daniel Zamudio. Se trata de um jovem chileno que foi espancado por supostos neonazistas por ser homossexual.
Milhares de pessoas acompanharam nesta sexta-feira (30) a cerimônia fúnebre que levou até o Cemitério Geral desta capital os restos de Daniel Zamudio, o jovem homossexual selvagemente agredido por neonazis em 3 de março.
A Confederação de Estudantes de Chile (Confech) recusou, nesta quarta-feira (28) as conclusões de um painel assessor do governo, que disse ser inviável o estabelecimento da educação gratuita por considerá-la e não equitativa.
A morte de Daniel Zamudio, o jovem chileno que sofreu uma agressão brutal por ser homossexual, derivou em forte repúdio ao conservadorismo e à intolerância que marcam a sociedade chilena.
A comissão formada por 12 especialistas que o governo chileno convocou no ano passado rechaçou a principal reivindicação do movimento estudantil pela gratuidade da educação pública.
Daniel Zamudio tinha 24 anos e foi brutalmente agredido durante seis horas, apenas por ser homossexual.
Depois de permanecerem por mais de nove horas reunidos com representantes do governo chileno, lideranças do movimento de Aysén, daquele país, firmaram um acordo com o governo que permitirá estabelecer uma zona franca na afastada região do sul do país.
A mostra Arpilleras da Resistência Política Chilena será aberta nesta quinta-feira (22) Biblioteca Nacional de Brasília. A exposição, que segue até o dia 29, mostra o trabalho de uma técnica têxtil elaborada em pano rústico. A autoria dos trabalhos é de mulheres e esposas das vítimas da ditadura militar no Chile e denuncia as arbitrariedades cometidas pelo regime que durou de 1973 a 1990.
A repressão policial aos habitantes da região de Aysén, na Patagônia chilena, por agentes das forças especiais da polícia se estendeu por toda a noite desta terça para quarta-feira, resultando em 19 pessoas feridas, 20 detidas e danos a vários estabelecimentos.