O argumento de que a reforma trabalhista e a flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) aumentariam o número de empregos "não tem lógica econômica". A análise é do advogado Sérgio Batalha, que advoga na área trabalhista há mais de 30 anos.
No dia 31 de agosto consolidou-se o golpe judicial/midiático também no Congresso Nacional. A burguesia concluiu a primeira etapa da conspiração, que vem desde outubro de 2014, para empossar, de qualquer maneira, um governo totalmente subserviente e capaz de jogar todo o peso da crise econômica sobre os ombros da classe trabalhadora.
Por João Pedro Stedile, no Brasil de Fato
A Frente Brasil Popular, organização que reúne mais de 60 entidades dos movimentos sociais e lideranças partidárias, reuniu-se em São Paulo nesta segunda-feira (12) para tratar a respeito da conjuntura nacional.
Por meio das denominadas reformas trabalhista e previdenciária pretende-se um duplo golpe na classe trabalhadora, que poderá levar a um grande retrocesso social e os trabalhadores à uma condição de semiescravidão.
Por Ronaldo Lima Santos*
Em pleno século 21, que acumula notáveis avanços das novas tecnologias e da produtividade do trabalho humano, é no mínimo lastimável que esteja sendo colocado na agenda governamental o aumento da jornada de trabalho para 12 horas diárias e a flexibilização dos contratos com o primado do negociado sobre o legislado ou do mercado sobre a Lei.
Por Adilson Araújo*
Debate sobre mudanças nas regras de trabalho, jornada, salários e formas de contratação sempre aparecem em tempos de crise econômica e desemprego como atualmente. Essas mudanças não afetam a geração de emprego, diz o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio.
A ofensiva golpista contra a CLT se explica pela história das relações de trabalho no Brasil. Além de ser uma legislação trabalhista moderna, nunca aceita pelo capital, ela têm um forte componente histórico que se confronta com a ideologia dos golpistas.
Por Osvaldo Bertolino*
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes realizou terça-feira (6) mais uma assembleia de mobilização da campanha salarial, que reuniu cerca de 800 trabalhadores em frente à subsede de Mogi. Foi a sexta assembleia regional de antecipação da campanha, cuja data-base é 1º de novembro. O objetivo é preparar a categoria para enfrentar a luta por aumento salarial e manutenção das cláusulas sociais da Convenção Coletiva, além de conscientizar a base sobre os ataques aos direitos.
A gestão golpista de Michel Temer anunciou nesta quarta-feira (7) que irá encaminhar até a segunda quinzena de dezembro, ao Congresso Nacional, o texto final do projeto de reforma trabalhista. A proposta rasga a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e imporá o negociado sobre o legislado.
“Um dos pilares da política de Temer é depreciar o trabalho com precarização e retirada de direitos consagrados na CLT” afirmou Nivaldo Santana, vice-presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). O sindicalista se referiu aos estudos da equipe econômica de Temer para alterar a regulamentação do contrato parcial de trabalho e implementar o contrato intermitente. Ricardo Patah, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), também demonstrou preocupação.
Por Railídia Carvalho
Em nota divulgada hoje, o Palácio do Planalto afima que o debate de ontem no Senado "gerou falsas acusações de retirada de direitos sociais, previdenciários e trabalhistas pelo Governo Federal aos cidadãos brasileiros".
Por Fernando Molica
Foi marcado para o próximo dia 25 o início do julgamento da presidenta Dilma Rousseff pelo Senado e a previsão é de que o processo de impeachment seja concluído no final do mês. Conforme já denunciamos em outras ocasiões, o teatro que está sendo encenado em Brasília é uma grande farsa política armada com o objetivo de mascarar um golpe de Estado que afronta os interesses maiores do povo e da nação brasileira.
Por Adilson Araújo*