A presidenta da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), alertou as entidades de classe para as propostas do Tratado Transpacífico (TPP, a sigla em inglês) que podem representar ameaças aos direitos dos trabalhadores.
Um mercado potencial de mais de 600 milhões de consumidores distribuídos por 10 países com economias crescentes, PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 2,4 trilhões e vontade de fazer acordos nas áreas de energias renováveis, comércio, indústria, educação e cultura com o Brasil.
Em um cenário de menor crescimento e queda nas compras de produtos brasileiros por parte da China, o governo brasileiro mantém a aposta na ampliação nas relações comerciais com o país. Sob coordenação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, uma missão de empresas dos ramos de bebidas e alimentos irá ao país asiático entre as próximas segunda (4) e sexta-feira (8).
A presidenta da Comissão de Relações Exteriores e Segurança Nacional da Câmara, deputada Jô Moraes (PCdoB-MG) propôs à Casa a criação de uma subcomissão de Comércio Exterior para atuar no debate e sugestão de medida que ampliem as relações comerciais do Brasil em todo o mundo.
Um texto de 19 páginas, o acordo de comércio internacional sendo elaborado em segredo, foi publicado pelo Wikileaks nesta quinta-feira (19), quando o editor do grupo que defende a transparência na política internacional, Julian Assange, completa dois anos de asilo na Embaixada do Equador em Londres. O texto favorece a desregulamentação do mercado financeiro e ignora a reivindicação global por maior transperência.
O presidente da Rússia Vladmir Putin disse que a cooperação com a China alcançou o melhor patamar histórico, e que os dois países estão prontos para expandir laços em diversas esferas. Aos jornalistas chineses, às vésperas da Conferência sobre Interação e Medidas de Construção da Confiança na Ásia (Cica), programada para terça (20) e quarta-feira (21), em Xangai, Putin afirmou: “A China é nossa amiga confiável. Expandir a cooperação com ela é, sem dúvida, a prioridade diplomática da Rússia.”
Segundo informação divulgada pelo Ministério do Comércio da China, o Acordo de Investimento entre China, Japão e Coreia do Sul entrará em vigor no sábado (17). Sendo o primeiro documento legal para promover e proteger o investimento nos três países, o acordo pretende "criar um ambiente de investimento ainda mais estável e transparente," oferecendo também uma base sólida para os três países discutirem a criação de uma zona franca.
Zhou Xiaochuan, presidente do Banco Popular da China, o Banco Central do país, disse nesta terça-feira (11), em Pequim, que já há vários países europeus mostrando interesse em realizar negócios na moeda chinesa, o renminbi (também chamado internacionalmente pelo nome da sua unidade básica, yuan). O governo chinês também abordou as reformas econômicas levadas a cabo pelo país como benéficas para todo o mundo.
Cerca de 200 diplomatas, empresários e jornalistas chineses e de alguns países latino-americanos, incluindo a Argentina, o Brasil, Uruguai, Chile, Cuba e México reúnem-se a partir desta terça-feira (25) em Guangzhou, capital da província de Guangdong, no sul da China, para discutir as oportunidades de cooperação entre as empresas da China e da América Latina. O aprofundamento da cooperação é um projeto também do Mercosul.
As importações e exportações chinesas registraram um crescimento em 2013. O superávit comercial de mercadorias subiu para US$ 28,9 bilhões, enquanto no comércio de serviços, o déficit foi de US$ 118,5 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (24) pela Administração Estatal de Estatísticas da China, em um comunicado estatístico sobre 2013.
O comércio anual de bens da China passou a marca dos US$ 4 trilhões pela primeira vez no ano passado, revelam as estatísticas oficiais, confirmando a posição do país como o maior comerciante em escala mundial.
As estimativas do comércio da China, em 2013, devem ultrapassar o dos Estados Unidos, tornando a segunda maior economia mundial na primeira da lista de comerciantes, pela primeira vez na era moderna, de acordo com a edição em língua inglesa do jornal China Daily, em artigo publicado dia 4 de janeiro de 2013.