A segurança pública carioca virou o laboratório de violência mais letal do Brasil. Cenário é agravado com megaoperações que deixam dezenas e até centenas de mortos
Após o massacre no RJ, especialista em Segurança Pública defende que esquerdas retomem a liderança moral e política, reafirmando o valor da vida e da dignidade
Pesquisadora da UFF defende políticas de segurança pública com uso da inteligência e maior investimento social para evitar recrutamento de adolescentes pelo tráfico
Em artigo ao Portal Vermelho, Luiz Eduardo Soares descreve a decapitação de um jovem no Alemão como símbolo de uma barbárie orquestrada
Autoridades reforçam necessidade de investimento em ações integradas que mirem o cérebro e o coração das organizações criminosas, o seu financiamento, ao invés do uso da violência
Os principais jornais do planeta repercutiram a operação mais letal da história, no Rio de Janeiro. A ofensiva desencadeou um cenário de guerra e provocou uma onda de indignação e condenação internacional
Cerimônia no Rio de Janeiro também marcou a inauguração do Ginásio Educacional Olímpico Isabel Salgado, transformado em escola como Legado dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos
Duas vítimas e o policial morto durante a ação foram enterrados neste sábado (23).
Jornal trouxe iniciativas de moradores, que se uniram para enfrentar o vírus, se recusando a aceitar sentença de morte proferida pelo presidente: “É o destino”.