Inviabilização do Plano Nacional de Educação, cortes nas universidades, desmonte de pesquisas científicas, nomeação de interventores nas universidades e institutos federais, perseguição a estudantes e docentes. Com tantos ataques à educação, relembrar uma pauta como o Insaes pode soar anacrônico. Essa iniciativa foi enterrada, como tantas políticas educacionais soterradas pelo golpe de 2016 e suas consequências, inclusive a ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência.
Por Gilson Reis*
Terminou neste sábado (27) o 3° Congresso Extraordinário da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), nomeado Conatee Messias Simão Telecesqui. Delegados de todas as regiões do País aprovaram o Plano de Lutas, moções e uma avaliação do momento político do País. “São documentos que avançam na organização e potencializam a luta da categoria”, avaliou Gilson Reis, coordenador geral da entidade. As eleições também entraram em pauta.
A situação atual da educação brasileira é alarmante frente aos ataques, desferidos tanto pelo capital quanto pela escalada autoritária do governo.
Por Táscia Souza
“Messias: presente!” Foi assim, nesse clamor, que foi aberto, no fim da tarde desta quinta-feira (25), o 3° Congresso Extraordinário da Contee, batizado, por unanimidade, de Conatee Messias Simão Telecesqui, em homenagem ao companheiro de luta sindical falecido em junho.
Por Carlos Pompe e Táscia Souza
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) divulgou nota nesta terça-feira (9) sobre a troca de comando no Ministério da Educação (MEC). A entidade diz que Abraham Weintraub, o novo ministro que assumiu no lugar de Ricardo Vélez, não tem nada que o credencieipara o caro.
Na última sexta-feira (15), o jornalista Luis Nassif publicou artigo no Portal GGN analisando como o anúncio de uma suposta Lava Jato na Educação, em parceria entre os ministros da Educação, Ricardo Vélez Rodrígues, e da Justiça, Sérgio Moro (usando a marca que o tornou conhecido como juiz), representa a inauguração oficial do estado policial no Brasil.
Por Tascia Souza, no site da Contee
A primeira reunião do Conselho Sindical da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Ensino (Contee), após as eleições de outubro, discutiu os próximos passos em relação aos ataques à categoria deferidos pelas medidas do governo de Michel Temer, como a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita. Agora, a preocupação da entidade é com o futuro governo de Jair Bolsonaro que pretende ampliar ainda mais o quadro de retrocessos.
Realizada entre os dias 22 a 24 de novembro, em Brasilía, a 20ª reunião do Conselho Sindical da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) aprovou um manifesto de repúdio à indicação do colombiano Ricardo Vélez Rodríguez para chefiar o Ministério da Educação (MEC). Para a entidade, dar o comando da Educação brasileira para um representante de ultradireita "é uma afronta ao magistério e aos defensores de uma educação democrática".
A confirmação do nome do colombiano Ricardo Vélez Rodrígues como ministro de Educação do governo Jair Bolsonaro é o epítome da interferência do conservadorismo fundamentalista nas políticas educacionais e um prenúncio das dificuldades que vêm pela frente.
Por Táscia Souza*
A votação da Lei da Mordaça (PL 7180/14), analisada em comissão especial da Câmara dos Deputados, foi cancelada nesta quarta-feira (04). O projeto, que tem como relator o cantor católico e deputado federal Flavinho (PSC-SP), é alvo de críticas por parte de professores e entidades de direitos humanos por infringir a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394/1996), estabelecida na Constituição Federal.
Por Iberê Lopes*
Uma comissão da Confederação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) visitou nesta terça-feira (20) o novo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Batista Brito Pereira, eleito para o biênio 2018/2020.
Por Carlos Pompe
A Contee protocolou no dia 28 de fevereiro representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, por violar Constituição ao buscar impedir que a Universidade de Brasília (UnB) analise o golpe de 2016, encabeçado por Michel Temer e que depôs a presidenta Dilma Rousseff.
Por Carlos Pompe