Para dizer não ao processo de ilegítimo que afastou a presidenta Dilma do poder e contra o desmonte promovido pelo governo Temer, foi realizada na última quinta-feira (30), em Brasília, a 3ª Plenária Nacional de Educação, convocada pelo comitê "Fora Temer, pela democracia e nenhum direito a menos"
Esses gritos, nas manifestações dos estudantes que ocupam um grande numero de escolas públicas no Brasil, mais do que nunca precisam ser assumidos por todos que defendem a educação pública e um projeto de país soberano e democrático.
Por Maria Clotilde Lemos Petta*
Uma escola sem debates sobre genêro, sexualidade, política, movimento estudantil e o cerceamento à liberdade de expressão. Para alguns, poderia soar como um relato da ditadura militar, mas esse modelo educacional é defendido atualmente pelo deputado Izalci Lucas (PSDB-DF) em um projeto de lei de sua autoria que tramita no Congresso Nacional e ganha adesão de setores conservadores.
Por Laís Gouveia
Madalena Guasco Peixoto, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), justifica a escolha no texto introdutário da agenda.
Na próxima semana, entre os dias 21 e 24 de setembro, acontece em São Paulo, o seminário internacional Os diferentes modos de privatização da educação no mundo e as estratégias globais e locais de enfrentamento. Organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), o evento se realizará no Hotel Braston, localizado na região central da capital paulista.
A Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) lança uma campanha nacional em defesa da equiparação salarial dos professores. Sob o lema “Professor é professor. Diferentes, mas iguais”, a entidade defende que os profissionais do ensino infantil e do fundamental, recebam um salário igual aos do ensino médio.
A Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) lança uma campanha nacional em defesa da equiparação salarial dos professores. Sob o lema “Professor é professor. Diferentes, mas iguais”, a entidade defende que os profissionais do ensino infantil e do fundamental, recebam um salário igual aos do ensino médio.
A Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino) vem manifestar sua indignação e repúdio à violência de gênero sofrida pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), insultada na terça-feira (2) durante a sessão do Congresso Nacional que debatia a nova meta de superavit primário.
As entidades que integram a Plenária Nacional de Educação – as quais representam, juntas, mais de 4 milhões de trabalhadores em educação dos setores público e privado, quase 70 milhões de estudantes secundaristas e universitários e parcelas significativas dos movimentos sociais e educacionais – aprovaram nesta quarta-feira (20), em Brasília, o manifesto “A educação tem que ser compromisso prioritário”.
Ainda sem acordo, mesmo após meses trancando a pauta devido ao seu regime de urgência, o Marco Civil da Internet deve ser discutido nesta terça-feira (18) no plenário da Câmara, em Brasília. Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), a neutralidade da rede é um ponto inegociável. A entidade defendeu, em seu portal, o princípio de que todos os dados na rede recebam o mesmo tratamento.
Nesta retomada dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional, não são apenas o Plano Nacional de Educação (PNE) e o Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação do Ensino Superior (Insaes) que exigem a atenção e a mobilização da Contee e de suas entidades filiadas.
“Se eu não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro.”
Por José Geraldo de Santana Oliveira*, no Portal da Contee