Dirigentes, militantes e parlamentares do PCdoB se reuniram, em mais uma atividade pública, para cobrar celeridade no julgamento dos assassinos de Paulo Colombiano e Catarina Galindo, militantes comunistas mortos em 2010. Nesta sexta-feira (7/8), uma sessão especial proposta pela bancada do partido foi realizada na Assembleia Legislativa do Estado (AL-BA) para homenagear o casal e denunciar a impunidade em torno do caso, que completou cinco anos no último dia 29 de junho.
Para reafirmar a democracia e não esquecer o mal causado pela ditadura, a Comissão da Verdade da OAB-BA promoveu o painel 35 anos da explosão da carta-bomba na OAB e morte de Lyda Monteiro. O encontro aconteceu na noite da quarta-feira (05/08), na sede da seccional, em Salvador, e contou com a presença do filho de Lyda, o advogado e professor Luiz Felippe Dias, do ex-governador Waldir Pires, advogados e familiares.
O assassinato do casal Paulo Colombiano e Catarina Galindo, que chocou a Bahia em 2010, completa, no próximo dia 29 de junho, cinco anos. Passado todo esse tempo, a família e os amigos ainda buscam por justiça porque, mesmo com a conclusão do inquérito policial que identificou os cinco suspeitos de serem os autores, os assassinos ainda não foram julgados e permanecem em liberdade.
Residentes da cidade americana de Baltimore, em Maryland, festejaram nesta sexta-feira (1º/5) o anúncio de que seis policiais foram indiciados por violência voluntária e pelo assassinato do jovem negro Freddie Gray, vítima de uma fratura na coluna vertebral após ser detido, por porte de canivete, em meados deste mês.
O processo contra os autores e executores dos assassinatos de Paulo Colombiano e Catarina Galindo permanece em ritmo lento. Em junho deste ano, se completam cinco anos dos crimes e os responsáveis continuam impunes, livres, ancorados na morosidade da Justiça e nas manobras protelatórias promovidas pelos advogados de defesa. Na época, os criminosos só passaram 19 dias presos.
Um clima de indignação tomou conta das redes sociais na última terça-feira (7). O motivo é o lançamento da música “Vou jogar na internet”, da dupla goiana Max e Mariano. No clipe, um casal termina a relação e a mulher segue em frente. Por vingança, o ex-namorado espalha na internet vídeos com cenas íntimas do casal, gravados sem consentimento dela, expondo a ideia de pornografia de vingança.
Por Laís Gouveia
A crise da rede de metrô paulista, que provocou nos últimos meses acidentes e falhas graves — além de superlotação permanente e paralisia nas obras de expansão — atingiu um patamar mais dramático na última quinta-feira (2). Uma funcionária da empresa terceirizada Prodata, que trabalhava na bilheteria de recarga de bilhetes da estação República — uma das mais movimentadas e centrais –, foi violentada.
A avaliação psicológica pode se tornar uma exigência para que condenados por homicídio, estupro e lesão corporal de natureza grave ou seguida de morte obtenham a progressão ao regime semiaberto e a autorização para saída temporária. A medida consta do projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que altera a Lei de Execução Penal.
A prisão da farmacêutica carioca Mirian França foi revogada nesta terça-feira (13) pelo Tribunal de Justiça do Ceará. O juiz José Arnaldo dos Santos Soares, que analisou o pedido da Defensoria Pública, determinou, porém, que ela não deixe o estado por 30 dias, para colaborar com as investigações. A Defensoria Pública do Ceará informou que a jovem passará por exames de rotina antes de deixar a Delegacia de Capturas.
Da sua casa na Baixada Fluminense, a aposentada Valdicéia França não consegue falar com a filha, Mirian França de Mello, desde que ela foi presa na última segunda (29), em Fortaleza, suspeita de envolvimento no assassinato da italiana Gaia Molinarino litoral cearense.
Na semana que passou, todos puderam ver a história do garoto de 14 anos que, 70 anos depois de executado, foi julgado inocente por uma corte americana. Na foto viu-se uma criança desamparada, acuada, olhando com espanto para a lente da máquina fotográfica. Para os contemporâneos, alimentados com o cereal do preconceito yankee, esse rosto era a prova cabal do crime. George Stinney foi na verdade assassinado pelo estado racista americano da época.
Por Bajonas Teixeira de Brito Junior*
O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) apresentou Projeto de Lei aumentando para reclusão de dois a seis anos a pena para quem “corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 anos, com ele praticando infração penal ou induzindo-o a praticá-la”.