Os pedidos de recuperação judicial crescem no comércio e a baixa da inflação não resulta em crescimento das vendas, o que mostra que o consumo das famílias continua em baixa com as políticas de Temer. O horizonte é de mais depressão e desemprego.
O colapso avassalador do País ocorre em um momento de complicações globais sem solução no horizonte.
Por Carlos Drummond
Redução de gastos públicos sem desvalorizar o real e baixar os juros não leva a lugar algum, alerta Venilton Tadini, presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).
O governo celebra aumento da atividade econômica, mas não diz que os dados só cresceram porque o IBGE alterou sua metodologia.
Por Esther Dweck*
Durante o governo de Dilma Rousseff, qualquer notícia positiva na economia sempre era seguida de um alerta terrorista: “mas vai piorar!”. Agora, no covil golpista de Michel Temer, é bem o inverso.
“Se existe um legado trágico do neoliberalismo é a desorganização dos trabalhadores. Soma-se a isso uma pauperização enorme que torna precárias as condições para retomar qualquer movimento”, avaliou a economista e professora da UnB Maria Mollo. “E a verdade é que para transformar qualquer sociedade é preciso de organização dos trabalhadores.”
A economia brasileira é um transatlântico sem capitão e com a casa de máquinas paralisada.
Com políticas de destruição do sistema de bem-estar social e de indução do desenvolvimento, país pode chegar a desemprego e recessão profundos, avalia Esther Dweck.
Por Eduardo Maretti, da RBA
A recuperação prometida pelo governo Temer não se confirmou. A recessão brasileira é mais profunda e as medidas adotadas até agora não são a solução.
Por Ricardo Carneiro*
Ao contrário do que o governo Temer tenta transparecer, a rápida recuperação das taxas de desemprego está longe de ter um desfecho positivo. Segundo dados apresentados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social nesta sexta-feira (20), o Brasil encerrou 1.321.994 vagas de trabalho com carteira assinada no ano de 2016.
A UERJ está ameaçada de deixar de ser uma universidade pública. Pode fechar, pode ter uma solução privatista como a proposta por Luís Roberto Barroso no Globo deste sábado. Como resistir?
Por Roberto Kraenkel, no GGN
Em carta endereçada ao governador Luiz Fernando Pezão, o Conselho da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) comunicou às autoridades e à população que “as suas atividades ficarão impossibilitadas nas diversas unidades acadêmico-formativas e administrativas”, devido à falta de pagamento, desde novembro, dos salários, bolsas e verbas de custeio.